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Trilha do Ariete e Observação de Aves no Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) Núcleo Cedro | Barra do Turvo – São Paulo
20 de Novembro, 2025
Visite o Núcleo Cedro do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT), em Barra do Turvo (SP), e conecte-se com a natureza preservada da Mata Atlântica. Explore a Trilha do Ariete, contemple as águas do Rio Cedro e viva uma incrível experiência de observação de aves.
O destino escolhido para o passeio de moto de hoje fica no sul do estado de São Paulo, no coração preservado do Vale do Ribeira: o Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) — Núcleo Cedro. Trata-se de um lugar ideal para quem busca contato genuíno com a natureza, trilhas imersas na Mata Atlântica e excelentes oportunidades para a observação de aves. Saímos de Curitiba (PR) e, após percorrer cerca de 130 quilômetros, chegamos ao parque. Por lá, exploramos a Trilha do Ariete, contemplamos as águas cristalinas do Rio Cedro, fizemos um piquenique em meio à floresta e vivenciamos uma experiência marcante de birdwatching em um dos mais importantes refúgios de biodiversidade do Brasil.

Com o objetivo de nos reconectarmos com a natureza, explorar uma nova trilha ecológica em meio à exuberante Mata Atlântica e, claro, observar aves em seu habitat natural, decidimos fazer uma breve viagem de moto até o Parque Estadual do Rio Turvo (PERT).

Saímos de Curitiba (PR) nas primeiras horas da manhã, seguindo pela movimentada BR-116 em direção ao norte. Nesse trecho que liga a capital paranaense à capital paulista, a rodovia federal é conhecida como Régis Bittencourt.

Embalados pelo asfalto da via duplicada, e também pelos pedágios, avançamos em meio ao intenso fluxo de caminhões e carretas. Após cerca de 130 quilômetros percorridos, avistamos, às margens da estrada, a placa que indica o acesso ao Núcleo Cedro do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT), localizado aproximadamente 600 metros antes da praça de pedágio de Barra do Turvo (SP).

Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) – Núcleo Cedro
O Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) é uma extensa área de conservação localizada no Vale do Ribeira e no Litoral Sul, com cerca de 73 mil hectares. Destaca-se pela rica biodiversidade da Mata Atlântica, abrigando espécies como onças, antas, a harpia e o papagaio-do-peito-roxo. Sua vegetação é composta por florestas densas e mistas, com exemplares como araucárias, jequitibás e cedros. O parque conta com dois núcleos voltados à visitação, pesquisa e educação ambiental: Capelinha e Cedro.
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar no Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) – Núcleo Cedro partindo do centro de Curitiba – Paraná – Brasil:
Contatos do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) – Núcleo Cedro
- Endereço: Rodovia Regis Bittencourt (BR-116), Km 543 – Pista Norte | Barra do Turvo – São Paulo – Brasil
- Telefones: (13) 3821-1580 | (13) 3821-5030
- E-mail: pe.rioturvo@fflorestal.sp.gov.br
Para obter informações mais detalhadas, visite o site oficial do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT).
Horários de Funcionamento
- Todos os dias: das 8h às 17h
Valores de Ingresso
- Público em geral: Gratuito
*Não é permitida a entrada de animais.
**Devido ao baixo efetivo, é necessário confirmar sua visita com antecedência aqui para garantir o acesso.
Recomendamos verificar as tarifas antes da sua viagem, pois os valores podem ser alterados a qualquer momento.
Tempo Médio de Visitação
- 6 horas

A partir dali, bastaram cerca de 200 metros por uma estrada de terra com pedras até alcançarmos a sede do parque. Fomos recebidos com muita simpatia por André, que nos deu as boas-vindas, repassou todas as informações necessárias, orientou sobre os atrativos locais e ainda compartilhou histórias e curiosidades sobre a unidade de conservação.

Vale lembrar que, para visitar o Núcleo Cedro do Parque Estadual do Rio Turvo, é necessário fazer o agendamento prévio pelo site oficial: https://rioturvo.ingressosparquespaulistas.com.br/. Embora a entrada seja gratuita, o número de visitantes é limitado.

Os principais atrativos do Núcleo Cedro do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) são:
- Trilha do Mirante do Rio Turvo: percurso de aproximadamente 3.000 metros (ida e volta), que acompanha o leito do Rio Turvo e termina em um mirante com uma bela vista das corredeiras encachoeiradas do rio.
- Trilha do Ariete: cerca de 1.500 metros (ida e volta) em meio à mata nativa, levando, em seu trecho final, a um verdadeiro refúgio natural formado pelas águas do Rio Cedro — com direito a um banco de areia que, em períodos de menor vazão, forma uma pequena prainha.
- Torre de Observação de Aves: ideal para contemplar a avifauna e apreciar a rica flora da região.

Como já se aproximava das 11h e nosso plano incluía fazer um piquenique e aproveitar o fim da tarde para observar aves, optamos por iniciar a exploração pela Trilha do Ariete, a mais famosa atração do Núcleo Cedro.

A Trilha do Ariete tem origem em um antigo caminho composto por um sistema de condução de água do Rio Cedro até o Núcleo Cedro. O nome da trilha ecológica possivelmente está relacionado ao “aríete”, um dispositivo hidráulico utilizado para elevar água sem o uso de energia externa.
Trilha do Ariete | Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) – Núcleo Cedro
A Trilha do Ariete, localizada no Núcleo Cedro do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT), tem cerca de 1.500 metros de extensão, é de baixa dificuldade e oferece diversos atrativos. Ao longo do percurso, é possível apreciar trechos bem preservados de Mata Atlântica, vistas panorâmicas e um verdadeiro refúgio natural formado pelas águas do Rio Cedro.
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar na Trilha do Ariete | Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) – Núcleo Cedro partindo do centro de São Paulo – São Paulo – Brasil:
Contatos do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) – Núcleo Cedro
- Endereço: Rodovia Regis Bittencourt (BR-116), Km 543 – Pista Norte | Barra do Turvo – São Paulo – Brasil
- Telefones: (13) 3821-1580 | (13) 3821-5030
- E-mail: pe.rioturvo@fflorestal.sp.gov.br
Para obter informações mais detalhadas, visite o site oficial do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT).
Horários de Funcionamento
- Todos os dias: das 8h às 17h
Valores de Ingresso
- Público em geral: Gratuito
*Não é permitida a entrada de animais.
**Devido ao baixo efetivo, é necessário confirmar sua visita com antecedência aqui para que garantir o acesso.
Recomendamos verificar as tarifas antes da sua viagem, pois os valores podem ser alterados a qualquer momento.
Informações da Trilha
Extensão, tempo e nível de dificuldade da trilha:
- Percurso: A trilha possui uma extensão de 1500 metros (ida e volta).
- Duração: A média de tempo para completar a trilha é de 1 hora.
- Nível de Dificuldade: O nível de dificuldade é considerado leve.

Bastaram poucos passos pela Trilha do Ariete para nos vermos completamente imersos na mata nativa, onde uma infinidade de pássaros criava a trilha sonora perfeita enquanto avançávamos floresta adentro.

Observando atentamente o ambiente ao nosso redor, logo avistamos uma caixa-ninho no alto de uma grande árvore, instalada para monitorar e auxiliar na conservação do papagaio-do-peito-roxo (Amazona vinacea), ave símbolo do Parque Estadual do Rio Turvo.

Os papagaios-do-peito-roxo não constroem seus próprios ninhos, dependendo de cavidades naturais em troncos de árvores mais antigas para depositar ovos e criar seus filhotes. Com o desmatamento da Mata Atlântica, especialmente das florestas de araucárias (cuja semente, o pinhão, é essencial na alimentação da espécie), a disponibilidade de ninhos naturais diminuiu drasticamente, o que motivou a instalação de ninhos artificiais.

A destruição do habitat, entretanto, não é o único desafio enfrentado por esses papagaios. O tráfico de animais também representa uma ameaça significativa. Atualmente, a espécie está classificada como “em perigo de extinção” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), com uma população estimada em apenas cinco mil indivíduos.

Boa parte do território onde vivem os papagaios-do-peito-roxo abrange regiões do Paraná, São Paulo e Santa Catarina. Nesse contexto, o Núcleo Cedro do Parque Estadual do Rio Turvo se destaca como um local estratégico (possivelmente o principal) para avistamento, monitoramento e preservação da espécie. E, quem sabe, teremos a sorte de encontrá-los ao longo do dia.


A vegetação ao redor da Trilha do Ariete também é um espetáculo à parte: bromélias, araucárias, jequitibás e cedros se destacam, enquanto os abundantes xaxins completam o cenário, tornando o percurso ainda mais agradável e imersivo.


De repente, começamos a ouvir o som das águas correndo ao nosso lado e, em poucos instantes, nos deparamos com um verdadeiro paraíso natural: o cristalino Rio Cedro serpenteando entre o verde exuberante da floresta.


Ali termina a Trilha do Ariete, no Núcleo Cedro do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT), onde o Rio Cedro corre de forma serena, formando piscinas naturais em seu leito e pequenas quedas d’água.


Pouco mais acima, avistamos o banco de areia que, em períodos de menor vazão, forma uma pequena prainha, um local perfeito para piqueniques. No entanto, devido às fortes chuvas dos últimos dias, o nível do rio estava elevado e a areia encontrava-se encoberta.


Mesmo assim, não foi difícil encontrar um local ideal para nosso almoço em meio à natureza: uma grande pedra situada no leito do Rio Cedro, oferecendo vista privilegiada e o som constante das águas ao redor.


Ali saboreamos nossos sanduíches artesanais e algumas frutas frescas, aproveitando longos minutos para nos reconectar e absorver toda a energia da natureza.


O Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) está localizado no sul do estado de São Paulo, abrangendo áreas dos municípios de Barra do Turvo, Cajati e Jacupiranga, nas regiões do Vale do Ribeira e do Litoral Sul, com uma área total de aproximadamente 73 mil hectares.


Criado em 21 de fevereiro de 2008, o PERT surgiu do desmembramento do antigo Parque Estadual de Jacupiranga, que possuía cerca de 150 mil hectares e era considerado um dos maiores parques paulistas. A subdivisão resultou na criação de três parques estaduais (Caverna do Diabo, Rio Turvo e Lagamar de Cananéia) além de diversas outras unidades de conservação, formando o Mosaico de Unidades de Conservação do Jacupiranga, uma das maiores porções contínuas de Mata Atlântica do Brasil.


A região do Parque Estadual do Rio Turvo foi declarada pela UNESCO como zona núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica em 1991 e, em 2000, tornou-se Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade.


A fauna do parque é extremamente rica e inclui várias espécies ameaçadas de extinção, como o já citado, papagaio-do-peito-roxo. Entre os grandes predadores, destacam-se a harpia (Harpia harpyja), a maior e mais poderosa ave de rapina do Brasil, e o uiraçu (Morphnus guianensis). O parque também abriga mamíferos de grande porte, como onça-pintada, onça-parda, muriqui e a anta, esta última podendo ser avistada ao longo da Trilha do Ariete, embora não tenhamos tido essa sorte.


Além disso, o PERT é fundamental para a manutenção de diversos ecossistemas e abriga espécies criticamente ameaçadas, como o mico-leão-de-cara-preta.


Devido à presença de fauna silvestre, especialmente antas, é possível encontrar carrapatos nas trilhas ecológicas do Núcleo Cedro durante certas épocas do ano, como ocorreu em nossa visita. Por isso, recomenda-se o uso de roupas adequadas (calças compridas e botas fechadas), aplicação de repelente e, ao final das atividades, banho com sabonete de enxofre, altamente eficaz na prevenção contra carrapatos.


A vegetação do parque é bastante diversificada e apresenta formações típicas da Mata Atlântica, incluindo Floresta Ombrófila Densa em diferentes altitudes e Floresta Ombrófila Mista, com trechos de vegetação ribeirinha e áreas sobre afloramentos de calcário.


O parque possui dois núcleos voltados à visitação, pesquisa e educação ambiental: Capelinha, no município de Cajati (SP), e Cedro, que visitamos.


O Núcleo Capelinha, o mais conhecido do Parque Estadual do Rio Turvo, oferece diversas trilhas ecológicas, cachoeiras, grutas, um museu e um importante sítio arqueológico, onde, em 1999, foi encontrado um fóssil com cerca de 10 mil anos, considerado o registro mais antigo da ocupação humana no atual território do estado de São Paulo.


Antes de iniciarmos a caminhada pela Trilha do Ariete, André nos cedeu gentilmente um facão, caso fosse necessário abrir caminho. No entanto, a Trilha do Ariete estava tão bem demarcada, limpa e aberta que não precisou ser utilizado em nenhum momento, serviu apenas para compor as fotos, é claro.

A Mata Atlântica é a segunda maior floresta tropical da América do Sul, atrás apenas da Amazônia. Originalmente, sua cobertura se estendia ao longo da costa brasileira, do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, avançando pelo interior até o Paraguai e a província argentina de Misiones.

Atualmente, cerca de 72% da população brasileira vive em áreas que originalmente pertenciam à Mata Atlântica, incluindo grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Porto Alegre e Curitiba. Essas regiões concentram aproximadamente 70% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

As florestas da Mata Atlântica desempenham funções essenciais: garantem o abastecimento de água para cerca de 120 milhões de pessoas, protegem encostas, contribuem para o equilíbrio climático e preservam um imenso patrimônio histórico e cultural.

No entanto, séculos de ocupação e exploração desenfreada devastaram grande parte desse bioma. Estima-se que apenas 12,4% da cobertura original permaneça, de um total de aproximadamente 1,31 milhão de quilômetros quadrados (cerca de 15% do território nacional). Além disso, boa parte desses remanescentes encontra-se fragmentada, o que compromete a manutenção de toda a biodiversidade original.

Apenas cerca de 7% do território original corresponde a áreas bem conservadas, capazes de abrigar populações viáveis de suas espécies típicas. Os maiores fragmentos contínuos de Mata Atlântica no Brasil concentram-se principalmente no estado de São Paulo, em regiões como a Serra do Mar, o Vale do Ribeira, a Serra da Mantiqueira e a Serra de Paranapiacaba, estendendo-se também por estados vizinhos como o Paraná e o Rio de Janeiro, além de alcançar áreas mais ao sul, como Santa Catarina.


É essa parcela reduzida que ainda guarda a beleza, os segredos e a riqueza desse bioma, considerado um dos mais importantes do mundo. Cada fragmento restante de Mata Atlântica é extremamente valioso e precisa ser preservado.


Após o piquenique e alguns momentos de contemplação, retornamos pela Trilha do Ariete até o centro de visitantes, localizado praticamente ao lado da bem estruturada Torre de Observação de Aves, nosso próximo destino.


Vale destacar que, na área de recepção do Núcleo Cedro e na Torre de Observação de Aves do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT), a presença de carrapatos é praticamente inexistente. Isso ocorre porque as antas evitam circular por áreas com maior movimentação de pessoas. Aproveitamos esse momento para revisar cuidadosamente nossas roupas e remover todos os minúsculos, e numerosos, carrapatos que havíamos acumulado ao longo da trilha.

Com os carrapatos devidamente eliminados, iniciamos a atividade de birdwatching, um hobby que descobrimos durante nossa visita ao balneário de Lago Merín, no Uruguai, e que rapidamente se transformou em uma verdadeira paixão.


Com os ouvidos atentos, o aplicativo Merlin Bird ID rodando em nossos celulares e a câmera em mãos, em poucos minutos conseguimos ouvir e avistar uma dezena de espécies de aves.


Irré, maria-cavaleira, tiê-preto, sanhaços, canários, gibão-de-couro, andorinhas, periquitos, tiribas e até um colorido tucano fizeram a nossa alegria, entre muitas outras espécies.


O único que não se deixou ver foi o emblemático papagaio-do-peito-roxo, símbolo do Parque Estadual do Rio Turvo. Chegamos a ouvir um pequeno grupo sobrevoando a mata, mas, infelizmente, não conseguimos avistá-los.



O que, na verdade, não é um problema, pelo contrário. Acabou se tornando uma excelente desculpa para retornarmos, o quanto antes, ao Núcleo Cedro do PERT, não só em busca desse encontro, mas também para explorar a Trilha do Mirante do Rio Turvo.



Antes de encerrar esta postagem, gostaríamos de agradecer ao André, que nos recebeu no Parque Estadual do Rio Turvo, e ao Tiago, que, embora não tenhamos conhecido pessoalmente, certamente teremos muitas oportunidades de encontro.



Antes da visita, enviamos um e-mail solicitando algumas informações e fomos prontamente atendidos por Tiago, que respondeu com uma mensagem atenciosa, detalhando minuciosamente tudo sobre o parque. Ele não apenas esclareceu nossas dúvidas, como também forneceu orientações adicionais e se colocou à disposição para qualquer outra informação.



Parabéns ao Tiago e ao André pela forma exemplar de receber e orientar os visitantes. Nosso muito obrigado!


Abaixo o vídeo de nosso passeio pelo Núcleo Cedro do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT):
Com o fim do dia se aproximando, nos despedimos do Núcleo Cedro do Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) e retornamos a Curitiba pelo mesmo trajeto da ida, encerrando mais uma viagem de moto inesquecível.

Acima está o mapa com o trajeto percorrido no dia, entre Curitiba (PR) e o Parque Estadual do Rio Turvo (PERT) — Núcleo Cedro, em Barra do Turvo (SP).





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