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O que Fazer em Guaíba (RS): Roteiro Completo pelo Berço da Revolução Farroupilha
1 de Maio, 2022
Descubra Guaíba (RS), o "Berço da Revolução Farroupilha". Caminhe pela Orla do Guaíba, explore a Vitrine Cultural, veja o histórico Cipreste Farroupilha e conheça a Casa de Gomes Jardim, onde os líderes farrapos planejaram o início da Guerra dos Farrapos.
Na manhã chuvosa de domingo, nos despedimos de Porto Alegre e iniciamos uma viagem de moto até Guaíba (RS), cidade vizinha situada do outro lado do Lago Guaíba e conhecida como o “Berço da Revolução Farroupilha”. Por lá, caminhamos pela bela Orla do Guaíba, apreciamos a vista panorâmica do Belvedere Paul Harris (mirante localizado no topo da Escadaria 14 de Outubro), visitamos a Vitrine Cultural, observamos o histórico Cipreste Farroupilha e encerramos o passeio com uma verdadeira aula de história na Casa de Gomes Jardim, onde os líderes farrapos planejaram o movimento que deu início à Guerra Farroupilha, um dos episódios mais marcantes da história do Brasil.

No domingo, despertamos para uma manhã chuvosa na capital gaúcha, Porto Alegre, mas a expectativa de explorar uma das cidades mais importantes da história rio-grandense nos motivava desde cedo.

Guaíba (RS), conhecida como o “Berço da Revolução Farroupilha”, era o nosso destino, e nem mesmo o clima instável diminuía a vontade de visitar um município tão marcante para a formação cultural, política e territorial do Rio Grande do Sul.

Enquanto a chuva persistia, aproveitamos para tomar calmamente o café da manhã e aguardar uma breve trégua para preparar a Formosa e dar início à viagem de moto rumo ao outro lado do Lago Guaíba.

Assim que o tempo permitiu, partimos de Porto Alegre cruzando a imponente Ponte Getúlio Vargas, popularmente chamada de Ponte Móvel do Guaíba, um símbolo da ligação entre a capital e a região da Costa Doce.

Inaugurada em 1958 e projetada na Alemanha, essa estrutura de 1.100 metros impressiona especialmente pelo seu vão móvel, capaz de elevar uma seção de pista de 58 metros e 400 toneladas até 24 metros de altura.

Cada uma das torres que sustentam o mecanismo chega a 43 metros, emergindo majestosamente sob as águas do delta. O processo de elevação começa quando um navio se aproxima a cerca de 1 km, garantindo segurança e tempo de manobra, enquanto o vão permanece aberto por aproximadamente 25 minutos.

Embora seja conhecida como Ponte do Guaíba, ela cruza, na verdade, o Delta do Jacuí, um arquipélago formado por 16 ilhas, canais sinuosos, pântanos e charcos, ponto em que os rios Jacuí, Caí, Sinos e Gravataí convergem para dar origem ao famoso Lago Guaíba.

Após atravessar esse importante trecho da BR-116, que segue duplicada a partir da capital, percorrer os pouco mais de 30 km até Guaíba foi rápido e agradável.





A proximidade com Porto Alegre, aliás, sempre foi determinante para a história local. Os primeiros habitantes da região foram os nativos guaranis, que viviam da horticultura, cerâmica, pesca e caça.


Mais tarde, com a chegada de espanhóis e portugueses, a área passou a ser disputada até 1777, quando o Tratado de Santo Ildefonso determinou que todo o território ao sul do Rio Jacuí ficaria sob administração portuguesa.



A partir daí, iniciou-se a distribuição de sesmarias, entre elas a que daria origem ao município atual. Em 1793, as terras da futura Guaíba foram concedidas a Antônio Ferreira Leitão, casado com Maria Meireles de Menezes, neta de Jerônimo de Ornelas Menezes e Vasconcelos, sesmeiro estabelecido no Morro Santana em 1732.



Por volta das 11h30, estacionamos a moto na Avenida João Pessoa, via que acompanha o Lago Guaíba e forma a charmosa Orla do Lago Guaíba, um dos cenários naturais mais convidativos da cidade.



O local oferece uma vista ampla do lago e permite contemplar Porto Alegre a partir de uma perspectiva singular, tudo isso ao longo de um extenso calçadão arborizado, com bancos e áreas verdes bem preservadas, um trecho urbano raro por ainda abrigar fragmentos de Mata Atlântica.





Bastaram alguns passos para avistarmos uma variedade de aves, entre elas o vivido bico-de-lacre, além de pequenas abelhas e outros pássaros que enriquecem ainda mais o ambiente natural da orla.




Seguimos caminhando pela Orla do Guaíba e cruzamos a Praça Sete de Setembro, avançando até a Praça da Maçã, que apresentava alguns pontos alagados devido à forte chuva dos últimos dias, criando um cenário distinto e interessante.





Ali avistamos um dos moradores mais emblemáticos do estado: o quero-quero, ave oficialmente reconhecida como símbolo do Rio Grande do Sul e muito presente nas áreas abertas da região.




O nome Guaíba, de origem tupi (gua-ybe), significa “baía de todas as águas”, termo apropriado para um lago com 496 km², comprimento máximo de 50 km e largura que varia de 900 metros, na altura do Gasômetro em Porto Alegre, até 19 km ao sul.





Desde o início do século XVIII, o Lago Guaíba funciona como o principal manancial hídrico da capital gaúcha, reforçando sua importância ambiental e histórica.





Poucos quilômetros ao sul, ele encontra a Lagoa dos Patos, que, na realidade, é uma laguna, a maior laguna costeira do Atlântico Sul Ocidental, com 10.360 km².




Fundado em 1926, o município carrega o nome Guaíba como uma homenagem ao significativo lago que o contorna.




Depois de percorrer a extensa Orla do Lago Guaíba, fizemos uma pausa para o almoço e retomamos a caminhada pelo centro da tranquila Guaíba, que, embora tenha cerca de 100 mil habitantes, apresenta uma atmosfera calma, especialmente aos domingos.



Pouco depois chegamos ao Museu Municipal Carlos Nobre, instalado em um belo casarão de 1908 que já serviu como residência, hotel, biblioteca, sede da prefeitura e que hoje preserva objetos, documentos e fotografias do renomado comunicador e humorista Carlos Nobre.






Criado em 1992, o Museu Municipal Carlos Nobre homenageia o jornalista guaibense, embora estivesse fechado no fim de semana.




Prosseguindo, passamos em frente ao antigo Hospital Nossa Senhora do Livramento, que encerrou suas atividades em 2015 por falta de recursos.



Logo chegamos ao Belvedere Paul Harris, um mirante situado no topo da Escadaria 14 de Outubro, outro ponto turístico clássico da cidade.



O local oferece uma das vistas mais bonitas do Lago Guaíba e da Ilha das Pedras Brancas. Ali conhecemos Luan, um jovem morador da cidade, extremamente educado e orgulhoso de sua terra.



Luan compartilhou conosco informações sobre os principais pontos turísticos e reforçou o carinho que os guaibenses têm pela história local.


A poucos metros dali está a Vitrine Cultural, instalada na antiga Casa do Juiz, residência dos primeiros juízes da comarca entre as décadas de 1960 e 1990.


Vitrine Cultural – Fundação Toyota do Brasil
Descubra a Vitrine Cultural, situada no Sítio Histórico de Guaíba, um espaço acessível ao público para exposições, lançamentos de livros, oficinas e palestras, sendo também um palco para discussões e fóruns relacionados às áreas de educação, meio ambiente e cultura.
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar à Vitrine Cultural partindo do centro de Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil:
Contatos da Vitrine Cultural
- Endereço: Rua Quatorze de Outubro, 313 – Centro | Guaíba – Rio Grande do Sul – Brasil
- Telefone: (51) 3480-7089
- E-mail: vitrineculturalguaiba@outlook.com
Para obter informações mais detalhadas, visite o site oficial da Vitrine Cultural.
Horários de Funcionamento
- Terça a sexta: das 9h às 17h
- Sábado e domingo: das 10h30 às 17h30
Valores de Ingresso
- Entrada: Gratuito
Tempo Médio de Visitação
- 45 minutos


O espaço, restaurado em 2013 graças à parceria entre a Prefeitura Municipal e a Fundação Toyota do Brasil, tem como objetivo conservar, divulgar e promover o patrimônio histórico da cidade e da Costa Doce.


Além de exposições, a Vitrine Cultural de Guaíba (RS) promove palestras, lançamentos de livros, oficinas e fóruns ligados à educação, meio ambiente e cultura.


Na Vitrine Cultural fomos recebidos pela Cristina, que nos guiou por uma exposição rica em detalhes sobre a Revolução Farroupilha, movimento que teve início em Guaíba (RS), razão pela qual a cidade recebe o título de “Berço da Revolução Farroupilha”.


O espaço permite compreender profundamente as motivações da revolta, o planejamento dos líderes, o papel da maçonaria e os locais estratégicos da Guerra dos Farrapos, conflito que se estendeu de 20 de setembro de 1835 a 1º de março de 1845.




A Vitrine Cultural também apresenta um panorama sobre o gaúcho e suas tradições.


Ao lado da Vitrine Cultural está a Praça Gomes Jardim, marcada pelo imponente Cipreste Farroupilha, árvore histórica sob cuja sombra figuras como José Gomes de Vasconcelos Jardim, Onofre Pires e Bento Gonçalves planejaram a tomada de Porto Alegre (RS), dando o pontapé inicial da Revolução Farroupilha.



Nas proximidades fica a Ermida de Gomes Jardim, onde repousam os restos mortais do líder farroupilha.




Em frente à praça, ergue-se a Casa de Gomes Jardim, um patrimônio histórico tombado pelo governo do estado do Rio Grande do Sul. Este edifício, que preserva a arquitetura de sua época, é um elo vital com o passado, guardando as memórias de eventos que marcaram a formação da identidade gaúcha.



Construída em 1793, a Casa de Gomes Jardim foi originalmente a sede da Estância das Pedras Brancas, sesmaria de Antônio Ferreira Leitão.


A residência, a mais antiga de Guaíba (RS), foi erguida com materiais da região, como pedras, barro e óleo de baleia. Ao longo dos anos, passou para as mãos de sua filha e genro, José Gomes de Vasconcelos Jardim, que transformaram o local em um centro de encontros políticos e estratégicos.



Foi dentro dessas paredes que os líderes farrapos traçaram os planos que deram início à Guerra Farroupilha, um dos episódios mais importantes da história do Brasil.


Por isso, a Casa de Gomes Jardim é considerada um marco histórico, representando o ponto de convergência de ideais republicanos e a luta pela autonomia da região.


Hoje, a Casa de Gomes Jardim abriga um museu temático, aberto à visitação pública, e é um dos principais pontos turísticos de Guaíba (RS).


Casa de Gomes Jardim
Encante-se na Casa de Gomes Jardim, museu que oferece aos visitantes uma imersão na história e cultura locais, destacando a importância desse local emblemático na trajetória da Revolução Farroupilha e na formação da identidade gaúcha.
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar à Casa de Gomes Jardim partindo do centro de Santa Maria – Rio Grande do Sul – Brasil:
Contatos da Casa de Gomes Jardim
- Endereço: Rua Quatorze de Outubro, 384 – Centro | Guaíba – Rio Grande do Sul – Brasil
- Telefones: (51) 3480-1159 | (51) 99971-7796
- E-mail: casadegomesjardim@gmail.com
Para obter informações mais detalhadas, visite a página oficial da Casa de Gomes Jardim no Instagram.
Horários de Funcionamento
- Sábado e domingo: das 10h às 12h e das 13h30 às 17h
Valores de Ingresso
- Entrada inteira: R$ 10,00
- Meia entrada: R$ 5,00 (estudantes, idosos, professores e crianças até 12 anos)
Recomendamos verificar as tarifas antes da sua viagem, pois os valores podem ser alterados a qualquer momento.
Tempo Médio de Visitação
- 2 horas


Durante nossa visita, fomos calorosamente recebidos por Ires Leão, esposa de Gaston Leão, os responsáveis por preservar o local e compartilhar seu rico legado com o público. A hospitalidade de ambos, juntamente com o vasto conhecimento de dona Ires, transformaram a visita em uma verdadeira imersão na história local.


Com grande entusiasmo, dona Ires nos guiou por cada cômodo da casa, apresentando o acervo histórico com detalhes que revelavam aspectos pouco conhecidos da Revolução Farroupilha e de seus principais personagens.


Sua paixão pela história da região fez toda a diferença, e sua explicação sobre a origem da bandeira do Rio Grande do Sul foi uma das muitas curiosidades que enriqueceram nossa visita.



A bandeira do estado gaúcho, inspirada na bandeira da República Rio-Grandense, traz em suas cores verde e amarelo uma referência ao Império do Brasil, enquanto a faixa vermelha simboliza a revolta contra o império e a busca por um ideal republicano.


Essa explicação adiciona uma camada profunda de significado à bandeira, refletindo a luta e os ideais dos farrapos.


A primeira versão da bandeira da República Rio-Grandense era quadrada, projetada para ser facilmente transportada pelos cavaleiros sem atrapalhar os movimentos.


Com a proclamação da república, o brasão foi incorporado ao centro da bandeira, junto com o lema “Liberdade, Igualdade e Humanidade”, inspirado nos ideais da maçonaria, refletindo a filosofia que guiava os líderes farrapos.


Além disso, foi nesta mesma casa que, dois anos após o fim da Revolução Farroupilha, Bento Gonçalves, um dos principais líderes da revolta, faleceu sob os cuidados de Gomes Jardim. Esse fato evidencia a importância da residência como um ponto de memória, onde os destinos da revolta e os eventos pós-guerra se entrelaçam.


A visita à Casa de Gomes Jardim não foi apenas uma viagem ao passado, mas uma verdadeira aula de história, cultura e tradição. A conexão entre o local e os eventos da Revolução Farroupilha é um lembrete poderoso do legado que moldou a identidade do Rio Grande do Sul. Agradecemos imensamente a oportunidade de conhecer este local tão significativo, especialmente por meio da condução simpática e informativa de dona Ires.


Ao nos despedirmos de dona Ires, decidimos seguir para a Rua Pedras Brancas, uma das vias mais pitorescas de Guaíba (RS).



Durante nossa caminhada, passamos por uma casa vermelha que, no final do século XIX, teve a honra de receber e hospedar a Princesa Isabel em uma visita histórica à cidade (motivo pelo qual a casa é chamada de Casa da Princesa Isabel).


Em frente a essa casa, estende-se a arborizada Praça Nossa Senhora do Livramento, um local onde o verde das árvores majestosas cria uma atmosfera serena, perfeita para momentos de descanso e contemplação. A praça, com sua beleza natural e tranquila, exala um charme único que reflete a alma pacata da cidade.




Naquele dia, o cenário na praça estava ainda mais vibrante, graças a um alvoroço provocado por uma grande quantidade de caturritas. Essas aves, com sua energia contagiante, buscavam freneticamente pequenos gravetos para construir seus ninhos. Elas empilhavam os galhos com precisão, criando ninhos volumosos e complexos nas copas das árvores.




A caturrita, ave nativa das regiões subtropicais e temperadas da América do Sul, é a única espécie de psitacídeos que constrói seu próprio ninho. Isso a torna um exemplo singular, já que outras aves da mesma família, como papagaios e araras, preferem cavidades naturais (como buracos de árvores ou cupinzeiros) para abrigar seus filhotes.




Os casais de caturritas, além de construírem seus ninhos coletivamente, também formam ninhos comunitários impressionantes, que podem atingir até um metro de diâmetro e pesar até 200 quilos. Essa cooperação entre os membros do bando destaca a forte coesão social da espécie, tornando suas colônias verdadeiros exemplos de trabalho em equipe.




Ficamos por alguns minutos observando esse trabalho árduo das aves, cujas penas verdes no dorso criavam um belo contraste com a coloração acinzentada da barriga, peito, garganta e testa.



Ao cruzarmos toda a Praça Nossa Senhora do Livramento, chegamos à Igreja Nossa Senhora do Livramento, que se destaca pela arquitetura histórica e imponente.


Paróquia Nossa Senhora do Livramento – Igreja Matriz de Guaíba (RS)
Construída em 1867, a Paróquia Nossa Senhora do Livramento – Igreja Matriz de Guaíba (RS) leva o nome da padroeira da cidade.
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar na Paróquia Nossa Senhora do Livramento – Igreja Matriz de Guaíba (RS) partindo do centro de Florianópolis – Santa Catarina – Brasil:
Contatos da Paróquia Nossa Senhora do Livramento – Igreja Matriz de Guaíba (RS)
- Endereço: Praça Nossa Senhora do Livramento, 30 – Centro | Guaíba – Rio Grande do Sul – Brasil
- Telefone: (51) 3480-1465
- E-mail: paroquia.livramento@yahoo.com.br
Para obter informações mais detalhadas, visite a página oficial do Paróquia Nossa Senhora do Livramento – Igreja Matriz de Guaíba (RS) no Facebook.
Horários de Funcionamento
- Segunda a sexta: das 9h às 18h
Valores de Ingresso
- Público em geral: Gratuito
Recomendamos verificar as tarifas antes da sua viagem, pois os valores podem ser alterados a qualquer momento.
Tempo Médio de Visitação
- 30 minutos


Construída em 1867, a igreja ocupa um terreno doado por dona Izabel Leonor, esposa do líder farroupilha Gomes Jardim. A doação foi motivada por uma promessa feita para que tivesse um bom parto, gesto que deu origem ao espaço religioso dedicado à padroeira da cidade.


A Igreja Nossa Senhora do Livramento desempenhou um papel fundamental na formação de Guaíba (RS). Em 17 de fevereiro de 1857, por alvará imperial de Dom Pedro II, foi criada a Paróquia Nossa Senhora do Livramento. Com a construção da capela, a antiga Estância das Pedras Brancas elevou-se à condição de Vila e, posteriormente, de freguesia, consolidando-se como núcleo urbano.


Hoje, a Igreja Matriz de Guaíba integra o Sítio Histórico da cidade, ao lado da Casa de Gomes Jardim, do Cipreste Farroupilha, da Casa da Princesa Isabel e da Vitrine Cultural.

Com o fim do dia se aproximando, seguimos para a Orla do Lago Guaíba, onde a Formosa nos aguardava pacientemente.

A bordo da Formosa, retomamos a viagem de moto pela rodovia BR-116, rumo a Porto Alegre (RS).


Chegamos à capital gaúcha ao entardecer, quando o sol começava a se esconder atrás de densas nuvens carregadas de chuva.

Acima, o mapa com o trajeto percorrido no dia entre Porto Alegre e Guaíba (RS).

Oba! Já são 6 comentários nesta postagem!
Achei bem bacana as fotos e infos. Só pena que não levaram a moto pra ver o abandonado Matadouro São Geraldo e esticaram até a praia da Alegria.
Valeu Pedroka!
Infelizmente nossa passagem por Guaíba foi muito rápida e não conseguimos conhecer o matadouro e a Praia da Alegria, mas são dois ótimos motivos para retornarmos a esta bela cidade.
Obrigado pelas dicas. Abraços…
Show de bola a foto do Belvedere P. Harris.
Esse post acabou com a minha dúvida do porquê da cor vermelha na bandeira do RS, muito bom a abordagem dessa história.
Grande abraço pra vocês!
Valeu Fernando! De fato a vista do belvedere é magnífica.
Para nós também foi um aprendizado a respeito da faixa vermelha na bandeira gaúcha.
Obrigado por comentar, forte abraço.
Beleza de passeio. Muito interessante os tópicos abordados sobre a história regional brasileira que poucos tem acesso. Só sabe para onde vai aquele que conhece suas origens.
Aprecio muito as viagens de vocês, pelo aprendizado através das narrativas sempre embasadas e pelas belas fotos locais.
Sigo na garupa da Formosa aguardando ansiosa a próxima viagem.👍😘
A história brasileira é rica e repleta de curiosidades, viajar e visitar os locais, conhecer suas origens e tradições é algo encantador.
Valeu, obrigado :)
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