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Turismo em Ilópolis (RS), a Cidade da Erva-Mate: Trilha da Cascata da Baleia, Lago Verde e Museu do Pão
30 de Janeiro, 2022
Visite Ilópolis (RS), a "Cidade da Erva-Mate". Percorra a Trilha da Cascata da Baleia em meio à Mata Atlântica, faça um piquenique no Lago Verde, conheça a Igreja Santuário São Paulo Apóstolo e explore o incrível Complexo Arquitetônico do Museu do Pão.
Nas primeiras horas do domingo, deixamos o Camping Parque das Araucárias, em Arvorezinha (RS), e seguimos até a vizinha Ilópolis (RS). Na “Cidade da Erva-Mate”, percorremos a exuberante Trilha da Cascata da Baleia em meio à Mata Atlântica, avistamos um macaco-prego-preto vivendo livre em seu habitat, fizemos um piquenique às margens do agradável Lago Verde, caminhamos pela arborizada Praça Itália, registramos a Igreja Santuário São Paulo Apóstolo (o primeiro santuário do mundo dedicado ao Papa João Paulo II) e finalizamos o passeio conhecendo o incrível Complexo Arquitetônico do Museu do Pão e o histórico Moinho Colognese. Encerramos o dia com uma viagem de moto até Erechim (RS), onde chegamos junto ao pôr do sol.

Despertamos antes mesmo do sol nascer, em um domingo silencioso no Camping Parque das Araucárias, em Arvorezinha (RS). No fim de semana, éramos os únicos acampando no local, o que proporcionava uma tranquilidade rara. Aproveitamos a calmaria para preparar um café da manhã sem pressa, saboreando a rotina contemplativa de quem vive ao ar livre.

Sentados à mesa ao lado da piscina do parque, desfrutamos de frutas frescas e café preparado na prensa francesa, cada gole parecia sintonizar nosso ritmo com o tempo lento da natureza.

O ar puro, perfumado pela vegetação típica de araucárias do sul do Brasil, reforçava a sensação de conexão profunda com o ambiente serrano.

Logo após o café, fizemos uma breve caminhada pelo parque. Entre araucárias centenárias e outras espécies nativas, absorvemos a serenidade e a força da mata antes de desmontar o acampamento e armazenar cuidadosamente nosso equipamento nos alforjes da Formosa, nossa fiel companheira de estrada.


Quando nos despedimos do Camping Parque das Araucárias, o sol finalmente irrompeu entre os galhos retorcidos das árvores, iluminando o relevo ondulado da serra. A luz da manhã desenhava sombras delicadas sobre as encostas, como se a própria montanha despertasse conosco.



De volta à estrada, acessamos a RS-332 e seguimos rumo ao sul, acompanhados por uma brisa fria e revigorante, típica das primeiras horas do dia na região serrana.



Poucos minutos depois, fizemos uma parada rápida para registrar a foto oficial da Formosa ao lado do pórtico de Arvorezinha (RS).



O odômetro marcava apenas 11 km desde a saída do camping quando chegamos ao principal trevo que nos levaria à vizinha Ilópolis, nosso próximo destino.




Ilópolis (RS), no Vale do Taquari, é uma pequena cidade de cerca de 4 mil habitantes, fundada politicamente em 1963, embora sua colonização tenha começado muito antes, com uma forte presença de imigrantes italianos no início do século XX. Essa herança italiana ainda é visível na arquitetura, na cultura e nos sabores locais, especialmente no seu vínculo histórico com a erva-mate.




Geograficamente, Ilópolis está situada na encosta superior nordeste do Planalto Meridional, às margens da Serra Geral, com altitudes que variam entre 600 e 800 metros acima do nível do mar. Seu solo de origem basáltica, típico da região vulcânica, e sua topografia de colinas suaves, criam um cenário ideal para quem aprecia a beleza das serras e a presença constante da natureza.






Curiosamente, o município não é cortado por rios principais, é abastecido por apenas três arroios. Mesmo assim, no passado (anos 1940), houve um projeto ambicioso para construir uma usina hidrelétrica, que resultou na criação de uma barragem artificial.




Essa barragem formou um pequeno lago de aproximadamente 1.780 m², hoje conhecido como Lago Verde, um dos cartões-postais mais emblemáticos de Ilópolis (RS).





Nosso primeiro destino em Ilópolis foi justamente o Lago Verde, e a impressão foi imediata: um lugar limpo, calmo e visualmente arrebatador. A água clara, o ambiente bem cuidado e a atmosfera de contemplação fazem do lago um refúgio perfeito para caminhadas, registros fotográficos e pausas meditativas.




À beira do lago, nos chamou a atenção uma placa com uma mensagem simples, mas poderosa: “Vai jogar fora? Onde é fora? Não existe fora. O lixo que você joga no chão não fala, mas ele diz muito sobre você.”



Essa frase reflete a consciência ambiental da comunidade local e nos fez refletir sobre a importância de preservar espaços como esse.




Depois de explorar as margens, seguimos por uma estrada de terra que contorna o lago, em meio a vegetação exuberante composta por pinheiros, eucaliptos, araucárias e árvores de erva-mate.




A erva-mate, aliás, está profundamente enraizada na identidade de Ilópolis (RS): o próprio nome da cidade reflete isso. “Ilo” vem do latim para erva-mate (Ilex paraguariensis) e “pólis”, do grego, significa cidade. Ilópolis é, portanto, a “Cidade da Erva-Mate”.




Essa planta não é apenas símbolo cultural, mas parte vital da história natural e social de Ilópolis (RS). Na época da colonização, a erva-mate já era colhida de forma artesanal por comunidades luso-europeias e comunidades nativas, com folhas que eram piladas manualmente.




Estudos modernos mostram que a região abriga uma diversidade genética significativa da mata de erva-mate, coexistindo com araucárias centenárias, uma combinação tradicional entre espécies nativas preservadas.



Além da cultura tradicional, Ilópolis também se tornou um polo de inovação ervateira. Produtores locais desenvolveram blends aromáticos, chás, infusões e até aplicações em cosméticos e corantes, reforçando a versatilidade sustentável da planta.



Pouco mais de um quilômetro após o Lago Verde, encontramos a entrada para a Trilha da Cascata da Baleia, outro ponto imperdível em Ilópolis (RS).



Trilha da Cascata da Baleia
Explore a deslumbrante Trilha da Cascata da Baleia, que serpenteia através do exuberante verde da Mata Atlântica. Ao alcançar o seu término, desfrute de uma vista esplêndida da encantadora Cascata da Baleia, situada no coração de Ilópolis – RS.
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar na Trilha da Cascata da Baleia partindo do centro de Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil:
Contatos da Cascata da Baleia
- Endereço: Ilópolis – Rio Grande do Sul – Brasil
- Telefones: (51) 3774-1368
- E-mail: turismo@ilopolis.rs.gov.br
Horários de Funcionamento
- Todos os dias: da 00h às 24h
Valores de Ingresso
- Público em geral: Gratuito
Recomendamos verificar as tarifas antes da sua viagem, pois os valores podem ser alterados a qualquer momento.
Informações da Trilha
Extensão, tempo e nível de dificuldade da trilha:
- Percurso: A trilha possui uma extensão de 217 metros.
- Duração: A média de tempo para completar a trilha é de 15 minutos.
- Nível de Dificuldade: O nível de dificuldade é considerado baixo.
Web Story
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Um ponto positivo que merece destaque é a excelente sinalização turística em Ilópolis (RS). Placas indicativas bem posicionadas tornam a navegação intuitiva, mesmo para quem visita a cidade pela primeira vez.



Estacionamos a moto sob a sombra de árvores e localizamos a placa informativa que indica os 217 metros da trilha até a base da cachoeira, sendo 225 degraus ao todo, conforme anunciado. Essas informações ajudam muito no planejamento da caminhada.




Sem capacetes, luvas ou jaquetas (que deixamos na moto), começamos a descida por um trecho íngreme que atravessa um fragmento bem preservado da Mata Atlântica, bioma reconhecido mundialmente por sua biodiversidade.




Após cerca de 15 minutos de caminhada, a mata se abriu para revelar a Cascata da Baleia, com suas águas descendo em duas quedas paralelas sobre um paredão rochoso escurecido pelo tempo.




O contraste entre as rochas escuras, o verde vibrante da vegetação ao redor e o branco das águas que descem da Cascata da Baleia em Ilópolis (RS) cria uma paisagem vibrante.




O som da água caindo ecoa de maneira suave, proporcionando uma experiência sensorial relaxante. Ao redor, a flora e a fauna se manifestam com borboletas, pássaros, bromélias, xaxins, samambaias e outras espécies típicas da Mata Atlântica, um verdadeiro refúgio para amantes da natureza.




Sentamo-nos sobre duas pedras grandes, de frente para a cachoeira, preparamos um tereré gelado e saboreamos frutas frescas enquanto deixávamos o ritmo da água nos envolver.





A Cascata da Baleia é formada por três quedas consecutivas que ultrapassam 50 metros de altura, e seu nome vem de uma formação rochosa que lembra o corpo de uma baleia.




Revigorados pela energia do lugar, agradecemos mentalmente à Pachamama (Mãe Terra) e começamos a subida de volta pela trilha, cercados pela mata nativa, até a Formosa nos aguardando sob a sombra das árvores.




Nos metros finais da subida, algo se mexeu entre a vegetação. Parei instintivamente, tentando identificar o movimento. Um instante depois, um vulto subiu rapidamente pelo tronco de uma árvore, saltando com incrível agilidade de um galho a outro.



Era um serelepe macaco-prego-preto (o famoso mico-preto) que nos observava com curiosidade. Mantinha certa distância, mas deixava clara sua presença, como se estivesse nos acompanhando discretamente naquele trecho de mata.



A cena, inesperada e encantadora, transformou nossa visita à Cascata da Baleia em algo ainda mais especial. Momentos assim, raros e espontâneos, de encontro com animais vivendo livremente em seu habitat natural reforçam o valor da preservação desses ambientes naturais.




Ficamos ali por alguns minutos, apenas admirando sua graça e agilidade antes de continuar o passeio. Ao retornar à moto, seguimos até o Lago Verde e demos uma volta completa ao redor dele, aproveitando mais uma vez a serenidade do lugar.





Encontrar um ponto para estacionar não foi difícil e, já acomodados na margem, improvisamos nosso almoço: um “xis-mico”, um sanduíche simples de pão com bananas, uma homenagem bem-humorada à inesperada companhia que tivemos na trilha.




Enquanto comíamos, comentávamos sobre a riqueza natural e cultural da região. Muito antes da chegada dos imigrantes europeus, o território que hoje corresponde a Ilópolis (RS) já era habitado por povos indígenas, especialmente Guaranis e Kaingangues, que viviam integrados a ecossistemas complexos e adaptados às colinas e matas serranas.




Além do Lago Verde, Ilópolis abriga um importante parque de conservação ambiental com cerca de 24 hectares, administrado pelo IBAMA. Lá estão instalados o Instituto Brasileiro da Erva-Mate (Ibramate), o Banco de Germoplasma e um Centro Vocacional Tecnológico, além de uma trilha ecológica aberta à visitação. Embora nosso tempo fosse curto e não pudéssemos explorar o parque naquela ocasião, reconhecemos sua relevância como área de preservação e turismo. Certamente o Parque do Ibama entrou para nossa lista de lugares a visitar em uma próxima oportunidade.




Após o almoço, seguimos para o centro da cidade, onde antigas casas de madeira chamaram nossa atenção.



Com suas linhas simples e detalhes artesanais, elas remetem à arquitetura tradicional trazida pelos imigrantes italianos ao sul do Brasil, construções que, assim como a própria paisagem natural, contam parte da história de Ilópolis (RS).





Nossa próxima parada foi na Praça Itália, o coração da cidade.




A Praça Itália é um espaço encantador: conta com quiosque de informações turísticas, ponto de venda de artesanato, banheiros públicos, além de um chafariz ornamentado e bancos distribuídos sob árvores sombreadas.



Um equipamento moderno se destaca na praça: um inovador dispositivo da startup gaúcha Icehot, que oferece água filtrada de forma gratuita, gelada ou quente (perfeito para um bom chimarrão), além de contar com um bebedouro especialmente desenvolvido para animais de estimação.



Este contraste entre tecnologia de ponta e tradição se faz presente ao lado de um forno de barro e pedras, criando uma convivência harmônica entre o antigo e o novo, que se complementam na paisagem local.



Em frente à praça, ergue-se a Igreja Santuário São Paulo Apóstolo, reconhecida como o primeiro santuário do mundo dedicado ao Papa João Paulo II. Sua arquitetura, simples e ao mesmo tempo marcante, harmoniza-se com o conjunto histórico da cidade, criando um ponto de destaque na paisagem urbana.


Paróquia Santuário São Paulo Apóstolo – Igreja Matriz de Ilópolis (RS)
A Paróquia Santuário São Paulo Apóstolo – Igreja Matriz de Ilópolis (RS) abriga o primeiro santuário do mundo dedicado ao Papa João Paulo II.
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar na Paróquia Santuário São Paulo Apóstolo – Igreja Matriz de Ilópolis (RS) partindo do centro de Florianópolis – Santa Catarina – Brasil:
Contatos da Paróquia Santuário São Paulo Apóstolo – Igreja Matriz de Ilópolis (RS)
- Endereço: Rua Padre José da Silva Kolling, 880 – Centro | Ilópolis – Rio Grande do Sul – Brasil
- Telefone: (51) 99895-1426
- E-mail: santuariosaopaulo@yahoo.com.br
Para obter informações mais detalhadas, visite a página oficial do Paróquia Santuário São Paulo Apóstolo – Igreja Matriz de Ilópolis (RS) no Facebook.
Horários de Funcionamento
- Segunda a sexta: das 8h30 às 11h20 e das 13h30 às 17h30
Valores de Ingresso
- Público em geral: Gratuito
Recomendamos verificar as tarifas antes da sua viagem, pois os valores podem ser alterados a qualquer momento.
Tempo Médio de Visitação
- 30 minutos



No adro da Igreja Matriz de Ilópolis, esculturas de concreto representam os doze apóstolos, enquanto no interior há uma capela dedicada ao Papa João Paulo II, com uma imagem vestindo os paramentos doados por ele mesmo quando ainda vivo.



O acervo do santuário também guarda uma relíquia: uma gota de sangue preservada do atentado sofrido pelo pontífice na década de 1980.



Infelizmente, nossa visita coincidiram com o horário de fechamento, então não pudemos explorar o interior desse importante patrimônio.



Seguimos poucos metros e chegamos ao Complexo Arquitetônico do Museu do Pão, que reúne o Museu do Pão, a Escola de Panificação e o histórico Moinho Colognese, símbolo da herança italiana.



Complexo Arquitetônico do Museu do Pão
Descubra o Complexo Arquitetônico do Museu do Pão em Ilópolis – RS, um local que preserva a memória e o patrimônio cultural imaterial da imigração italiana na região. Composto pelo emblemático Museu do Pão, pela Escola de Panificação e pelo histórico Moinho Colognese.
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar no Complexo Arquitetônico Museu do Pão partindo do centro de Caxias do Sul – Rio Grande do Sul – Brasil:
Contatos do Complexo Arquitetônico Museu do Pão
- Endereço: Rua Sete de Abril – Centro | Ilópolis – Rio Grande do Sul – Brasil
- Telefone: (51) 99679-9084
- E-mail: faleconosco@caminhodosmoinhos.com.br
Para obter informações mais detalhadas, visite o site oficial do Complexo Arquitetônico Museu do Pão.
Horários de Funcionamento
- Terça a sexta: das 13h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30
- Sábado: das 13h30 às 11h30 e das 13h30 às 18h30
- Domingo: das 13h30 às 18h30
Valores de Ingresso
- Público em geral: R$ 15,00
Recomendamos verificar as tarifas antes da sua viagem, pois os valores podem ser alterados a qualquer momento.
Tempo Médio de Visitação
- 1 hora



A visita guiada começa no Museu do Pão, que é o primeiro na América Latina dedicado exclusivamente à história do pão como elemento cultural universal. A arquitetura moderna do local, com vidro, madeira e pedra, harmoniza bem com o tema.



No acervo, vimos utensílios trazidos por imigrantes italianos, além da exposição “Do grão ao prato”, que explica a cadeia produtiva do pão, desde a produção agrícola até o consumo.




O auditório do Complexo Museu do Pão exibe documentários e apresenta palestras voltadas à imigração italiana, história regional e temas relacionados ao universo da panificação. É um espaço educativo e cultural que enriquece a visita.



Dentro do Museu do Pão, também é possível observar maquetes de seis moinhos históricos da região, que integram o roteiro turístico Caminho dos Moinhos, incluindo estruturas de Ilópolis, Arvorezinha, Anta Gorda, Putinga e outros municípios vizinhos.



A Oficina de Panificação do complexo oferece cursos voltados para diversos públicos, de crianças e jovens a amantes da culinária e profissionais da área, sempre com a combinação de técnicas tradicionais e contemporâneas de panificação e confeitaria.



No fim do passeio, chegamos ao Moinho Colognese, uma construção histórica erguida em 1917.




Restaurado entre 2005 e 2007, o Moinho Colognese voltou a funcionar e é um verdadeiro testemunho da história da imigração italiana no Rio Grande do Sul.




É importante destacar que o Moinho Colognese foi a principal inspiração para a criação do Complexo Arquitetônico do Museu do Pão e para o roteiro turístico Caminho dos Moinhos.





Os moinhos construídos pelos imigrantes desempenhavam um papel vital na produção de farinha e simbolizavam a consolidação das famílias italianas no Brasil, sinalizando o desejo de estabelecer raízes definitivas em sua nova terra.




Além do Moinho Colognese, o Caminho dos Moinhos inclui outras importantes estruturas históricas, como o Moinho Dallé (1919), o Moinho Vicenzi (1930), o Moinho Castaman (1947), o Moinho Fachinetto (1947) e o Moinho Marca (1950), todos meticulosamente preservados como marcos do passado.




Explorar o interior do Moinho Colognese foi uma verdadeira viagem no tempo, permitindo-nos compreender as distintas etapas da produção de farinha. Máquinas, engrenagens, peneiras e depósitos antigos revelam o funcionamento de um moinho tradicional do início do século XX.




O antigo depósito de grãos foi transformado em uma aconchegante bodega, onde são comercializados pães, bolachas, massas e outros produtos elaborados nos cursos de panificação, além de itens produzidos por empreendedores locais.




À medida que o relógio se aproximava das 15h, encerramos nossa visita ao Complexo Museu do Pão. Vestimos nossas roupas de viagem, organizamos os equipamentos na Formosa e nos despedimos da acolhedora cidade de Ilópolis (RS), seguindo em direção ao norte.



A viagem de retorno foi tranquila e agradável, favorecida pelo clima ameno e pelo céu limpo. Como seguimos o mesmo trajeto da ida (Ilópolis – Arvorezinha – Soledade – Tio Hugo – Passo Fundo – Getúlio Vargas – Erechim), não fizemos muitas novas paradas para fotos.



Com o pôr do sol tingindo o horizonte de tons alaranjados, chegamos a Erechim no final da tarde, concluindo mais uma maravilhosa viagem de moto com a Formosa, uma experiência rica em natureza, história e cultura.

Acima, está o mapa com o trajeto percorrido no dia entre Ilópolis (RS) e Erechim (RS).


Oba! Já são 2 comentários nesta postagem!
Lindo demais esses passeios. Natureza exuberante. Uma viagem no tempo na Praça Itália: fogão à lenha e um bebedouro made in startup. hehehe…..belo contraste.
Grande abraço pra vocês!
Valeu Fernando. Excelente observação a respeito do contraste na praça central de Ilópolis, não havia reparado.
Abraços…
Estamos ansiosos para ler tudo aquilo que tu tem para dizer! É chegado o momento de abrir este coração e compartilhar tua opinião, crítica (exceto algo desfavorável à imagem da Formosa), elogio, filosofar a respeito da vida ou apenas sinalizar que chegou até aqui ;)
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