Aguas Dulces • Barra de Valizas • Expedição 2022: Uruguay • La Esmeralda • Punta del Diablo • Rocha • Uruguai
Viagem de Moto pelo Litoral de Rocha, Uruguai: Punta del Diablo, La Esmeralda, Aguas Dulces e Barra de Valizas
15 de Agosto, 2022
Descubra por que Punta del Diablo, Uruguai, com praias como Playa de la Viuda, Playa de los Pescadores e Playa del Rivero, é um dos destinos mais autênticos do litoral de Rocha. Continue a viagem de moto passando por La Esmeralda, Aguas Dulces e Barra de Valizas.
Depois de passar duas noites acampando no Parque Nacional de Santa Teresa, um dos mais tradicionais atrativos turísticos do Uruguai, seguimos nossa viagem de moto pelo litoral rumo ao sul. Chegamos ao entardecer à pitoresca Punta del Diablo, destino que preserva uma forte identidade de vila pesqueira, marcada por natureza intocada e um estilo de vida simples. Durante a visita, conhecemos algumas de suas principais praias paradisíacas: Playa de la Viuda, Playa de los Pescadores e Playa del Rivero, experimentamos o tradicional fainá uruguaio e caminhamos pelo movimentado Paseo de los Artesanos. No dia seguinte, continuamos a rota até La Paloma, explorando diversas praias agrestes e de beleza única pelo caminho, como La Esmeralda, Aguas Dulces e Barra de Valizas.

Após visitar a histórica Fortaleza de Santa Teresa, construída pelos portugueses em 1762 e posteriormente tomada pelos espanhóis, hoje um dos principais patrimônios militares do país, nos despedimos do amplo Parque Nacional de Santa Teresa e retomamos nossa viagem de moto pelo Uruguai.
Rodamos cerca de 5 quilômetros pela Ruta 9 até chegarmos, ao entardecer, a Punta del Diablo, um dos balneários mais procurados do departamento de Rocha, conhecido por suas praias paradisíacas, cultura pesqueira e atmosfera rústica. O céu azul intenso nos recebeu, criando o cenário perfeito para explorar o litoral uruguaio. A bordo da Formosa, percorremos as charmosas Playa de los Pescadores e Playa del Rivero, duas das principais praias da região, que estavam repletas de visitantes aproveitando o final de domingo, Dia das Crianças.
Punta del Diablo – Rocha
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Como havia previsão de tempestades durante a madrugada, descartamos a ideia de acampar, que era o plano inicial da viagem, e começamos a busca por hospedagem. Na baixa temporada, encontrar opções acessíveis pode ser um desafio: hotéis, pousadas e casas de temporada estavam fechados ou com preços muito acima do nosso orçamento. Enquanto percorríamos ruas estreitas e arenosas em bairros afastados do centro, um grito inesperado rompeu o silêncio: ¿Estás buscando alojamiento?
Paramos imediatamente. O jovem que nos chamou se aproximou e, misturando espanhol, português e portunhol, explicou que poderia ajudar. Chamava-se Nicolás e sua simpatia, junto com o nome, já nos deixou confiantes. Ele rapidamente fez uma ligação, subiu na garupa de uma moto trail conduzida por um amigo e nos sinalizou para segui-los.

Em poucos segundos, Nicolás e seu companheiro desapareceram pelas ruas estreitas e sinuosas de Punta del Diablo. Continuamos com cautela: o terreno arenoso exigia atenção para evitar quedas ou atolarmos a Formosa, nossa fiel companheira de estrada com mais de 350 quilos de pura formosura.
Quando finalmente chegamos, a noite já havia caído. A casa, normalmente alugada para temporada durante o verão, exibia sinais de estar fechada há algum tempo, mas tinha tudo o que precisávamos naquele momento: abrigo seguro contra o provável temporal, banheiro e o conforto de um chuveiro quente. O valor proposto era bem mais acessível do que qualquer outra opção consultada. Aceitamos sem hesitar.

Após o pagamento, Nicolás continuou demonstrando hospitalidade. Perguntou se precisávamos de algo mais e chegou a oferecer “ervas naturais” frescas, aromáticas e de boa procedência. Recusamos com bom humor, explicando que já tínhamos uma excelente erva-mate para preparar um legítimo chimarrão brasileiro. Ele e seu amigo, mais reservado, nos desejaram uma ótima estadia.
Com a Formosa devidamente estacionada e todo o equipamento descarregado, preparamos um chá quente para nos aquecer, tomamos banho e saímos a pé, caminhando cerca de 3 quilômetros até a Playa de los Pescadores em busca de jantar. Ao contrário da movimentação do fim da tarde, as ruas estavam agora vazias e silenciosas, com a maioria dos restaurantes fechados (algo comum fora da alta temporada no litoral uruguaio). Por sorte, encontramos a Pizzería La Cascaruda, um verdadeiro achado gastronômico, com as portas abertas.

Ali experimentamos uma tradicional pizza uruguaia em formato retangular, semelhante à que provamos em Melo, capital do departamento de Cerro Largo, e tivemos nossa primeira experiência com a famosa fainá, herança italiana marcante no país. Trata-se de uma massa assada de farinha de grão-de-bico (garbanzo), com pimenta e queijo, servida sobre ou ao lado da pizza. Uma delícia!
Na volta, enfrentamos o vento forte e frio característico da costa uruguaia e dividimos um generoso alfajor caseiro, recheado com abundante doce de leite, adoçando a noite e encerrando o dia com boas risadas.

Na manhã seguinte, organizamos nossas mochilas com água, erva-mate e cuia, e iniciamos uma caminhada para explorar o balneário. Punta del Diablo preserva uma forte identidade de vila pesqueira, com natureza intocada e estilo de vida simples, características que atraem turistas em busca de autenticidade. Nos últimos anos, tornou-se um dos destinos favoritos do litoral uruguaio, especialmente entre mochileiros, hippies e surfistas.
Logo chegamos à Playa de la Viuda, também conhecida como Praia Brava de Punta del Diablo, considerada um dos melhores pontos de surf no Uruguai. Voltada para o sul, recebe ondas fortes, especialmente no inverno, com picos que podem ultrapassar 2 metros, atraindo surfistas experientes. No extremo da praia, destaca-se o farol (Faro de la Punta Palmar) e, ao lado dele, uma mansão de telhado vermelho guarda um dos maiores mistérios locais: a história da Casa de La Viuda.

A lenda conta que a propriedade pertenceu inicialmente a um empresário da cidade de Castillos, sendo posteriormente adquirida, nos anos 1950, por Maria Gebrán, uma milionária viúva argentina que teria fugido da ditadura após a queda de Perón em Buenos Aires. Acompanhada de suas duas filhas, ela transformou o local em sede de uma de suas estâncias, originando o nome da praia.
Não se sabe ao certo como ela chegou a esse ponto remoto, que na época era praticamente isolado, sem habitantes e fora dos mapas. O que se sabe é que trouxe uma grande fortuna. Alguns dizem que possuía uma rede de farmácias na Argentina, outros afirmam que herdou uma empresa de seguros do marido. Apesar de a região não permitir construções, Maria obteve autorização para morar ali em troca da manutenção do farol.

Nos anos 1970, a casa foi vendida à família belga Stiberling, responsável por diversas modificações, incluindo a construção de uma pista de pouso para aviões. Os Stiberling eram conhecidos por deter aversão a turistas, e o farol (que atraía visitantes), ficava dentro de sua propriedade. Quem se aproximasse era interceptado por um guardião armado que, segundo relatos, não hesitava em disparar, embora nunca tenha ferido ninguém.
Após vender a casa, Maria Gebrán desapareceu misteriosamente. Dizem que faleceu recentemente, mas ninguém comprovou. Sua história alimenta o imaginário local e reforça o mistério da Casa de La Viuda de Punta del Diablo até hoje. Informações sobre os atuais proprietários são escassas. O que permanece é o legado de uma figura enigmática que marcou a região.

Caminhando entre dunas protegidas desde 1994, deixamos a Playa de la Viuda em direção a uma ponta rochosa e chegamos novamente à Playa de los Pescadores, a menor e mais simbólica praia do balneário de Punta del Diablo. Ali, barcos coloridos repousam na areia: símbolo vivo da origem da vila. A pesca artesanal local é voltada principalmente a robalo, corvina, anchova e camarões.
Em frente à Praia dos Pescadores fica o movimentado Paseo de los Artesanos, com sua feira tradicional rodeada por lojinhas, bares e restaurantes. É possível provar pratos com frutos do mar, empanadas caseiras e os famosos buñuelos de algas, uma iguaria típica da culinária costeira de Rocha, preparada com algas frescas recém-retiradas do mar.

Punta del Diablo, hoje um dos balneários mais frequentados do Uruguai, teve origem na década de 1940 com pescadores, principalmente vindos de Valizas. Naquele período, a Segunda Guerra Mundial ainda estava em curso, e a pesca de tubarão era muito lucrativa. O fígado de tubarão, rico em vitamina A, era exportado para a indústria alimentícia e farmacêutica dos países aliados, pois dizia-se que os pilotos precisavam do nutriente para manter a visão aguçada.
Curiosamente, o nome “Punta del Diablo” não tem relação com essa atividade. A denominação surgiu devido aos frequentes naufrágios no início do século XX. As águas agitadas e os bancos de areia tornaram o local conhecido como Punta del Diablo (Ponta do Diabo), embora até meados do século passado fosse chamado de Cerro de los Pescadores (Morro dos Pescadores).

A cidade começou a se desenvolver mais rapidamente a partir de 1968, com a chegada da eletricidade e da estrada de acesso. Desde então, transformou-se em um dos principais destinos turísticos do litoral uruguaio. No verão, a população de Punta del Diablo pode ultrapassar 25 mil pessoas, enquanto os moradores fixos não chegam a 1.500.

Após caminhar pela Playa de los Pescadores, avançamos até uma formação rochosa que separa a praia da tranquila Playa del Rivero. Ali encontramos o lugar perfeito para sentar, apreciar o chimarrão e contemplar o oceano. Com cerca de 2 quilômetros de extensão e areia úmida, a praia é ideal para práticas esportivas. O som das ondas, o vento e o canto dos pássaros criaram uma atmosfera de serenidade difícil de traduzir.

A vibe de Punta del Diablo nos fez recordar destinos brasileiros do litoral catarinense, como Guarda do Embaú, Praia do Rosa, Praia do Moçambique e Praia Mole. O ar tem um aroma marcante: o frescor da maresia somado à vegetação nativa, uma fragrância revigorante, quase uma bruma festiva, um verdadeiro salão de festas a vapor, como diria a banda manezinha Dazaranha.

Por volta do meio-dia, encerramos a caminhada e retornamos ao alojamento. Após carregar os equipamentos na Formosa, observamos nuvens escuras se aproximando. Mesmo com a promessa de tempestade, nos despedimos de Punta del Diablo e seguimos viagem de moto pela Ruta 9 rumo ao sul.

Depois de rodar cerca de 20 quilômetros pela rodovia nacional, acessamos uma estrada de terra e areia rumo à pacata La Esmeralda. O balneário quase intocado, com aproximadamente 3 quilômetros de praia, mantém uma identidade rústica e serena, ideal para quem busca contato com natureza preservada.
Possivelmente o balneário menos conhecido do departamento de Rocha, La Esmeralda guarda um charme único. As primeiras construções surgiram por volta dos anos 1970 e hoje existem cerca de 200 casas, sendo menos de 10% ocupadas por moradores fixos.

O nome La Esmeralda faz referência ao tom esverdeado das águas do Atlântico, que encontra uma ampla faixa de areia cercada por vegetação nativa de restinga e grandes dunas. Suas ruas, com nomes curiosos como “La Buena Vida”, “La Siesta” e “La Maga”, reforçam o ambiente tranquilo. Com a chegada da chuva, tiramos algumas fotos rápidas e retornamos à Ruta 9 para seguir viagem.

Ao chegar a Castillos, acessamos a Ruta 16. A estrada é ladeada por palmeiras butiá odorata, espécie típica dosPalmares de Rocha, um ecossistema único no mundo, com mais de 70 mil hectares protegidos entre os departamentos de Rocha e Treinta y Tres. Com a chuva mais intensa, paramos para vestir capas impermeáveis.

Chegamos a Aguas Dulces ainda sob forte chuva e fizemos uma breve visita. As primeiras construções de madeira e palha datam da década de 1930 e ainda hoje marcam o visual do balneário, cuja expansão ocorreu sem planejamento urbano, conferindo-lhe um charme singular. O nome “Aguas Dulces” (Águas Doces) deriva precisamente da abundância de água doce encontrada nos riachos e nascentes da região, que marinheiros utilizavam para abastecer seus navios. Atualmente, essas fontes não existem mais, provavelmente cobertas pelas dunas.
No dia de nossa visita, um cordão de isolamento impedia o acesso à Playa de Aguas Dulces devido a uma forte ressaca que atingiu recentemente a região, causando danos em construções e derrubando um grande deck no ponto onde chegamos. No início do século XX, o banho de mar em Aguas Dulces era permitido apenas em dois horários: um para mulheres (entre 10h e 11h) e outro para homens (entre 11h e 12h), sendo a área da praia dividida em seções. Aos domingos, um policial era responsável por fiscalizar essas regras, deslocando-se especificamente de Castillos para essa função.

O balneário se caracteriza por sua tranquilidade e por sua extensa praia de areias finas e brancas, ambientada em um cenário agreste, rodeado por dunas, montes e o Oceano Atlântico. Cerca de dois quilômetros ao norte da Playa de Aguas Dulces encontra-se a única praia naturalista de Rocha e uma das duas únicas praias com essa modalidade em todo o Uruguai: La Sirena. Acessível apenas pela costa, a Playa La Sirena é cercada por dunas cobertas por vegetação nativa, pequenos banhados, lagoas e vales. Uma praia perfeita para libertar-se e aproveitar o sol, a areia e a água durante o verão.

Quando o tempo melhorou, seguimos até Barra de Valizas, vila simples de pescadores na foz do Arroyo Valizas, que se transforma no epicentro da vida boêmia durante o verão. Ano após ano, artesãos, músicos e artistas chegam ao local, carinhosamente chamado apenas de Valizas, para aproveitar sua atmosfera alternativa.
A extensa Playa de Barra de Valizas possui cerca de 3 quilômetros de areias finas e ondas moderadas. Um dos esportes mais praticados ali é o sandboard, graças às dunas que chegam a até 40 metros de altura, especialmente a famosa duna El Gran Vali. Aproveitamos a parada para um lanche com medialunas, alfajores e os viciantes ojitos, tradicionais da confeitaria uruguaia.

Existem duas possíveis origens para o nome Barra de Valizas, ambas com pequena variação na grafia. Uma versão afirma que os primeiros colonizadores colocavam luzes como faróis (balizas, em espanhol) para atrair navios e fazê-los encalhar, facilitando saques. Outra hipótese sugere que havia uma travessia no arroio marcada por estacas com luzes, e o riacho (posteriormente a cidade) recebeu o nome a partir disso.

O Arroyo Valizas, com aproximadamente 10 km de extensão, nasce na Laguna de Castillos e deságua no Atlântico ao sul da vila. Um fato interessante é que ao atravessá-lo, chega-se ao Cerro de la Buena Vista (Morro da Boa Vista), que serviu como referência territorial entre colônias portuguesa e espanhola séculos atrás. Dali, uma trilha atravessa imensas dunas até o famoso Parque Nacional Cabo Polonio, um trajeto bastante procurado por caminhantes, mochileiros e viajantes independentes.

Barra de Valizas começou a ser povoada por moradores locais e sobreviventes de naufrágios, comuns na região conhecida como Infierno de los Navegantes. Até meados do século XX, menos de dez famílias viviam ali. Os primeiros turistas eram moradores de Castillos e, nos anos 1950, foi construída a estrada de acesso. Na década de 1980, seu caráter isolado e agreste atraiu viajantes, hippies e aventureiros, consolidando a vila como destino alternativo e boêmio.

Depois do lanche, retomamos a viagem pela Ruta 10. Após pouco mais de 50 quilômetros, entre pancadas de chuva e vislumbres de céu limpo, chegamos à tranquila La Paloma, cidade conhecida por seu farol histórico inaugurado em 1874. Fomos diretamente para a Cabana Mexicana, hospedagem gentilmente cedida por nossa amiga Gisela, que conhecemos por intermédio da querida Rosario durante nossa estadia no charmoso chalé El Ranchito, na cidade de Treinta y Tres, um gesto que tornou nossa passagem ainda mais especial.

Gisela nos ofereceu uma de suas três acolhedoras cabanas, garantindo uma estadia confortável nesta cidade que se revela um verdadeiro paraíso natural no Uruguai. Muchas gracias, Gisela!

Acima está o mapa com o trajeto percorrido entre o Parque Nacional de Santa Teresa e La Paloma – Rocha – Uruguai.

Oba! Já são 4 comentários nesta postagem!
Vamos em viagem em maio sairemos do Rio Grande do Sul ate Montevideu, teria algum lembrete ou observação de trajeto?
Olá, Manuel! Que excelente notícia, sem dúvida sua viagem será incrível! O Uruguai é um país encantador, repleto de belezas naturais, atrativos culturais e uma população muito acolhedora.
Embora não saibamos exatamente de qual cidade vocês estarão partindo no Rio Grande do Sul, podemos sugerir algumas opções de trajetos e pontos turísticos imperdíveis. Se decidirem seguir pela costa, não deixe de conhecer o Parque Nacional de Santa Teresa, Punta del Diablo, Parque Nacional Cabo Polonio, La Pedrera, La Paloma, Piriápolis e, claro, Montevideo. Todos esses destinos são conhecidos por sua beleza natural e atmosfera tranquila.
Já se optarem por atravessar o centro do país, vale a pena incluir a Quebrada de los Cuervos, a cidade histórica de Colonia del Sacramento, as Grutas de Salamanca e Minas. Além desses, há muitos outros locais fascinantes para explorar, e você pode conferir mais no nosso Instagram, onde compartilhamos os melhores momentos da nossa viagem pelo Uruguai.
Em Montevideo, além dos pontos turísticos tradicionais, como a Cidade Velha e a Rambla, um lugar que realmente nos encantou foi o Jardim Japonês, um espaço tranquilo e cheio de charme. Para mais dicas e roteiros detalhados, acesse a nossa página sobre o Uruguai aqui no blog, onde estamos compartilhando nossa jornada, com mapas rodoviários, dicas de viagem e muito mais!
Desejamos uma excelente viagem para você e sua família! Aproveitem cada momento nesse país tão especial. Abraços!
ola viajantes
boa viagem a voces
tudo de bom
tambem faço pequenas viagem aqui em tocantins; de moto,
não tenho certeza; mas acho que conheci voces em palmas to
a alguns anos atras
estava eu e familia em uma cachoeira em um balneario em taquarruçu
distrito de palmas to.
Olá Elder, tudo bem?
Obrigado por comentar e viajar conosco!
Sim, nos conhecemos em 2018 na Cachoeira da Roncadeira em Taquaruçu. Momento eternizado através de fotos e relatos nesta postagem.
Maravilha, bons ventos para o amigo. Nos vemos nas estradas!
Abraços…
Estamos ansiosos para ler tudo aquilo que tu tem para dizer! É chegado o momento de abrir este coração e compartilhar tua opinião, crítica (exceto algo desfavorável à imagem da Formosa), elogio, filosofar a respeito da vida ou apenas sinalizar que chegou até aqui ;)
Mas atenção, os campos marcados com * são de preenchimento obrigatório, pois assim mantemos (ou tentamos manter) o blog bonitinho, livre de robôs indevidos.
Ah, relaxe, seu endereço de e-mail será mantido sob sigilo total (sabemos guardar segredos, palavra de escoteiro) e não será publicado.