Bom dia Paracatu – MG!

De acordo com Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) o arraial que originou Paracatu começou a surgir provavelmente entre 1690 e 1710, e a cidade mantém seu centro histórico praticamente intacto, o qual foi tombado no ano de 2010 como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural.

Como ontem chegamos tarde na cidade, acabamos indo direto ao hotel, e hoje pela manhã fizemos apenas duas fotos do centro histórico de Paracatu, da janela de nosso quarto.

Paróquia Santo Antônio de Pádua de Paracatu:

A Paróquia Santo Antônio de Pádua de Paracatu, também conhecida como matriz de Santo Antônio, foi tombada pelo Iphan em 1962.

A construção, erguida por escravos a mando do padre Antônio Mendes Santiago, teve início em 1746.

Com a moto carregada deixamos o hotel em Paracatu e seguimos pela rodovia BR-040.

Alguns quilômetros após deixar o centro da cidade acessamos uma área do Parque Estadual de Paracatu, e lá passamos pelo primeiro pedágio do dia, onde pagamos R$ 2,55 para rodar por uma estrada com vários remendos, desníveis e trilhos formados pelos caminhões e carretas.

Seguimos pela rodovia federal até cruzar a ponte sobre o rio São Marcos, que delimita a divisa entre Minas Gerais e Goiás.

A primeira cidade goiana pela qual cruzamos foi Cristalina, e alguns quilômetros antes de sair da BR-040 passamos por outra praça de pedágio, onde o valor cobrado pela tarifa foi o mesmo dos outros dois pedágios que pagamos anteriormente na mesma estrada.

Acessamos a rodovia GO-436 e por ela rodamos até o Distrito Federal, onde a estrada passa a se chamar DF-130.

Divisa entre Goiás e Distrito Federal:

Detalhe das flores que embelezavam as margens da rodovia onde paramos para fazer a foto da placa da divisa:

Em nossa breve passagem pelo Distrito Federal rodamos ainda pelas rodovias BR-479, DF-100 e BR-020, pela qual regressamos ao estado goiano.

Logo chegamos em Formosa – GO, município com aproximadamente 115.000 habitantes repleto de cachoeiras, sítios arqueológicos e cavernas.

Após abastecer a moto, cruzamos o centro da cidade e seguimos em direção ao Parque Municipal do Itiquira, pela rodovia GO-116.

A GO-116 é uma estrada asfaltada de mão dupla, em ótimo estado de conservação e com pequeno acostamento.

A paisagem ao redor da rodovia estadual é linda.

Nesta foto já é possível avistar o Salto do Itiquira, e aquele pontinho no asfalto, próximo da placa de proibido ultrapassar, era um macaco. Quando nos aproximamos pudemos ver ele tranquilamente sair do asfalto.

Parque Municipal do Itiquira

Local: Rodovia GO-524 | Zona Rural | Formosa – GO
Telefone: (61) 3981-1234
E-mail: turismo@formosa.go.gov.br
Site: www.parquemunicipaldoitiquira.blogspot.com
Funcionamento: Todos os dias das 9h00 às 17h00 | Entrada até às 16h00
Ingresso: R$ 20,00
Tempo médio de visitação: 4 horas

O Parque Municipal do Itiquira é uma unidade de conservação aberta à visitação o ano todo e oferece uma ótima infraestrutura, conta com amplo estacionamento, restaurante, sanitários, bebedouros, além de trilhas e cinco poços para banhos.

Poços para banho ao longo da trilha:

A trilha que leva até a base do salto é toda pavimentada, ampla e bem sinalizada, a segunda trilha, que leva até o topo da cachoeira, estava fechada, porém, assinamos um termo de responsabilidade e encaramos um trecho da íngreme subida em meio a muitas pedras soltas em busca de um ângulo diferente da cachoeira.

Foram poucos metros, menos de 1.000, porém, exigiu muito esforço e cautela.

Minutos depois, suados e exaustos, chegamos ao ponto onde conseguimos avistar toda a queda da maravilhosa cachoeira.

No lado oposto o vale por onde viemos.

Curtimos o visual por um tempo, descansamos e nos preparamos para encarar a trilha novamente, agora na descida.

Ao regressar ao início da trilha, fomos no banheiro, nos hidratamos e partimos pela trilha principal, esta bem tranquila, até os pés do salto.

Não bastasse toda a beleza da imponente cachoeira, aos seus pés é formado um grande lago de águas cristalinas e então uma segunda queda, esta menor, e a água escorre por entre as pedras formando um poço ótimo para banho.

Não resistimos e entramos na água com roupa mesmo, pois o calor estava forte, e as geladas águas convidativas ao banho.

Sem dúvidas este é um dos lugares mais bonitos que já visitamos até hoje.

Vários peixinhos nadavam nas águas límpidas.

Vista do outro lado:

Deste ponto continuamos pela trilha.

E a cada passo ficávamos mais encantados com a grande atração do parque, o Salto do Itiquira, com seus 168 metros de queda livre.

O cenário é simplesmente inesquecível. Quem tiver a oportunidade, precisa conhecer o Salto do Itiquira!

Após nos encantar com a beleza do Salto do Itiquira subimos na moto e voltamos a rodar.

Regressamos ao centro de Formosa e de lá seguimos pela rodovia GO-430 até chegar ao entroncamento com a GO-118.

Passamos por São João d’Aliança.

E seguimos pelas intermináveis retas da estrada.

Até chegar em Alto Paraíso de Goiás no fim do dia.

Alto Paraíso de Goiás é o local de pernoite de hoje, amanhã vamos conhecer algumas belezas da região.

Trajeto percorrido no dia:

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