O relógio marcava 6h00 quando subimos na Harley-Davidson Heritage Softail Classic, ligamos a moto e nos despedimos da capital catarinense pela rodovia BR-101 sentido norte, dando início à Expedição 2018: Tapajós – Amazonas.

Com baixo fluxo de veículos, provavelmente pelo horário, uma vez que hoje é feriado nacional, seguimos até Itajaí, onde o movimento começou a aumentar, principalmente no sentido contrário.

Seguimos pela BR-101 até passar pelo município de Garuva, onde a rodovia passa a se chamar BR-376 e, alguns quilômetros à frente, cruzamos a primeira divisa de estados da Expedição 2018, divisa de Santa Catarina com o Paraná.

Em instantes estávamos contornando Curitiba, a capital paranaense, e acessando a rodovia BR-476, ansiosos por serpentear pelo Rastro da Serpente.

O Rastro da Serpente é o trecho com aproximadamente 260km que percorre o Vale da Ribeira, entre Curitiba – PR e Capão Bonito – SP.

São cerca de 1250 curvas em todo trajeto, o que dá uma impressionante média de 4 curvas por quilômetro percorrido.

A estrada esta em ótimo estado de conservação, é de mão dupla e não possuí acostamento. Apenas um pequeno trecho (pequeno mesmo, questão de alguns metros) está sem asfalto, revestido com pedras soltas.

Desmoronamentos são constantes nesta região.

Entre uma curva e outra deixamos o estado paranaense e passamos a rodar por São Paulo.

Até logo, sul!

No estado paulista a estrada recebe o nome de SP-250, antiga BR-373.

A estrada é um verdadeiro paraíso para os amantes das duas rodas.

Chegando em Apiaí – SP.

Em Apiaí paramos no Parque do Morro do Ouro, onde fica a famosa placa do Rastro da Serpente.

Parque do Morro do Ouro:

Após a breve caminhada fizemos a foto oficial em frente à placa e seguimos viagem.

Logo chegamos em Capão Bonito e paramos para fazer a foto em outra placa do Rastro da Serpente, agora indicando o trajeto paulista da SP-250.

Na sequência foi a vez de almoçar, ou lanchar, pois o relógio marcava 4 horas da tarde.

Mais tranquilos, com a barriga cheia, nos despedimos de Capão Bonito.

E seguimos pelas estradas paulistas para os últimos quilômetros do dia, agora por um trecho duplicado e com mais retas do que curvas.

O trecho é pedagiado, mas motos são isentas de tarifa.

Em Itapetininga acessamos a famosa rodovia Raposo Tavares, que parte da capital paulista e segue até a cidade de Presidente Epitácio, na divisa com o Mato Grosso do Sul.

Pela rodovia Raposo Tavares, SP-270, seguimos tranquilamente até Sorocaba, onde paramos para pernoitar.

Após rodar 720km por estradas de três estados e nos deliciar com as curvas do Rastro da Serpente, brindamos o primeiro dia da Expedição 2018 e o dia da Independência!

Trajeto percorrido no dia:

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