Expedição 2022: Uruguay • Maldonado • Piriápolis • Uruguai
Roteiro de 1 Dia em Piriápolis (Uruguai): Cerro del Toro, Fontes Místicas e Pôr do Sol no Cerro San Antonio
3 de Setembro, 2022
Descubra Piriápolis, em Maldonado, no Uruguai, em um roteiro completo de 1 dia. Visite a Fuente del Toro, explore trilhas no Cerro del Toro e admire vistas panorâmicas do litoral. Termine com um pôr do sol inesquecível no Cerro San Antonio.
Hoje exploramos alguns dos principais atrativos de Piriápolis, charmosa cidade balneária localizada no departamento de Maldonado, no sul do Uruguai. O roteiro incluiu uma caminhada até a icônica Fuente del Toro, seguida por uma trilha ecológica em meio à vegetação nativa até o topo do Cerro del Toro, de onde se descortina uma vista panorâmica impressionante da cidade e de suas praias. Na sequência, visitamos o Parque Fuente de Venus, onde apreciamos um chimarrão acompanhado de ojitos uruguaios e pães de queijo de batata-doce. Para encerrar o dia, subimos a pé o imponente Cerro San Antonio e fomos contemplados com um pôr do sol inesquecível, frequentemente citado como um dos mais belos do Uruguai.

O sábado começou com um frio agradável e um céu azul intenso em Piriápolis. Após um café da manhã reforçado, organizamos cuidadosamente as mochilas com alimentos, água, erva-mate e a inseparável cuia, prontos para explorar algumas das belezas naturais, históricas e simbólicas dessa curiosa e encantadora cidade uruguaia.

Depois de uma caminhada de pouco mais de 30 minutos, chegamos a um dos principais cartões-postais locais: a imponente Fuente del Toro (Fonte do Touro). A escultura de bronze em tamanho natural foi criada pelo artista francês Isidore Bonheur, trazida de Paris por Francisco Piria, fundador da cidade, e inaugurada em 1911. Desde então, tornou-se um dos símbolos mais emblemáticos de Piriápolis.

La Fuente del Toro
A Fuente del Toro, um dos grandes símbolos da cidade, é uma escultura de bronze em tamanho natural que impressiona tanto pelo porte quanto pelo contexto histórico. Trazida da França por Francisco Piria e inaugurada em 1911, a obra representa de forma marcante a visão e o legado do fundador de Piriápolis.
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar na Fuente del Toro partindo do centro de Piriápolis – Maldonado – Uruguai:
Contatos da Fuente del Toro
- Endereço: Mario Moreno – Parque Cerro del Toro | Piriápolis – Maldonado – Uruguai
- Telefone: +598 4432 3374
Horários de Funcionamento
- Todos os dias: das 8h30 às 19h30
Valores de Ingresso
- Público em geral: Gratuito
Recomendamos verificar as tarifas antes da sua viagem, pois os valores podem ser alterados a qualquer momento.
Tempo Médio de Visitação
- 30 minutos
Instalada em meio a um bosque denso, a cerca de 100 metros acima do nível do mar, a Fonte do Touro se destaca não apenas pelo simbolismo, mas também por suas dimensões: pesa aproximadamente três toneladas. Da boca do touro — símbolo do Cerro del Toro — jorra água mineral proveniente de uma nascente natural, à qual Piria atribuía propriedades terapêuticas, conferindo ao local um caráter ainda mais singular.

Segundo a tradição popular, tocar nos órgãos genitais da escultura traz sorte. Por isso, muitos visitantes fazem questão de realizar o ritual, reforçando o caráter curioso e místico que envolve a Fuente del Toro, um dos pontos mais peculiares de Piriápolis.

A partir da fonte, a subida até o topo do Cerro del Toro segue por degraus e trilhas em meio à vegetação nativa do parque. Ao longo do percurso, pedras sinalizadas orientam o caminho e, após cerca de 30 minutos, alcançamos o cume da colina, a 250 metros de altitude. Do alto, a vista é ampla e impressionante, abrangendo Piriápolis e praias como Punta Negra, Punta Colorada e Playa Hermosa.
Sendero Parque Cerro del Toro | Trilha do Parque Cerro del Toro
O Parque Cerro del Toro conta com uma trilha ecológica que leva ao topo, passando por três mirantes naturais. O percurso completo possui cerca de 3.500 metros, mas também é possível optar por uma versão mais curta até o Mirante 1, com aproximadamente 500 metros (1.000 metros ida e volta).
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar no Sendero Parque Cerro del Toro | Trilha do Parque Cerro del Toro partindo do centro de Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil:
Contatos do Sendero Parque Cerro del Toro | Trilha do Parque Cerro del Toro
- Endereço: Mario Moreno – Parque Cerro del Toro | Piriápolis – Maldonado – Uruguai
- Telefones: +598 4432 3374
Horários de Funcionamento
- Todos os dias: das 8h30 às 19h30
Valores de Ingresso
- Público em geral: Gratuito
Recomendamos verificar as tarifas antes da sua viagem, pois os valores podem ser alterados a qualquer momento.
Informações da Trilha
Extensão, tempo e nível de dificuldade da trilha:
- Percurso: A trilha possui uma extensão de 3.500 metros.
- Duração: A média de tempo para completar a trilha é de 2 horas.
- Nível de Dificuldade: O nível de dificuldade varia de leve a moderado.

O Cerro del Toro é a segunda montanha mais alta de Piriápolis e oferece uma das vistas mais marcantes da região. Durante o período colonial, foi utilizado como ponto de observação pelos espanhóis para monitorar a chegada de embarcações inimigas. Seu nome está diretamente ligado à Fuente del Toro, localizada na base da trilha.

No topo do Cerro del Toro encontra-se uma escultura em mármore de Diana (Ártemis), deusa romana da caça, da natureza e da lua. Diferente da fonte, essa obra não foi instalada por Piria, mas sim na década de 1990. Do mirante, a cidade e todo o litoral de Maldonado ganham uma nova perspectiva, tornando o local imperdível.

Um dos grandes atrativos de Piriápolis é a diversidade de praias, que atendem a diferentes perfis de visitantes. A Playa de Piriápolis, situada no centro e junto à Rambla de los Argentinos, é a imagem mais clássica do balneário. Bastante movimentada no verão, é ideal para quem deseja praticidade e proximidade com a estrutura urbana.
Para quem busca tranquilidade, destacam-se a Playa Verde e a Playa Hermosa, ótimas para famílias. Já a Playa San Francisco e Punta Colorada apresentam ondas mais fortes, sendo ideais para esportes como o surfe. Punta Negra, por sua vez, se estende por quilômetros até se encontrar com Punta Ballena, e se torna progressivamente mais isolada, perfeita para quem busca sossego. Já os praticantes de pesca e mergulho costumam frequentar as áreas rochosas de Punta Fría.

Sentados sobre as pedras no topo do Cerro del Toro, sob um vento frio e um céu completamente limpo, fizemos uma pausa para um lanche simples: sanduíches de jamón y queso preparados com pão amanteigado fresco. Um momento de contemplação, silêncio e conexão com o ambiente ao redor.

O Cerro del Toro integra a Sierra de las Ánimas, o único conjunto montanhoso de origem vulcânica do Uruguai, formado há milhões de anos, no mesmo período do soerguimento da Cordilheira dos Andes. Localizada entre os departamentos de Lavalleja e Maldonado, a serra abriga o Cerro de las Ánimas, a segunda mais alta do país, com 501 metros de altitude.

O nome Sierra de las Ánimas está associado aos povos indígenas Charrúas, que utilizaram a região como refúgio por volta do ano 1400 e foram posteriormente dizimados durante a colonização. Relatos e lendas populares mencionam a presença de luzes fosforescentes, conhecidas como Luz Mala, visíveis à distância durante a noite.

Essas manifestações eram interpretadas como a presença das almas dos Charrúas mortos. A palavra “ánima”, de origem latina, significa “alma”, e as histórias sugerem que esses espíritos permaneceriam vagando pela região. Moradores também relatavam o surgimento de luzes brancas e amareladas sem explicação aparente.

No topo do Cerro de las Ánimas, em 1811, José Gervasio Artigas acendeu uma fogueira para alertar Montevidéu sobre uma invasão portuguesa. Anos depois, em 1832, Charles Darwin passou pela região, estudando sua fauna, flora e vestígios indígenas. Sua passagem pelo país deu origem à denominação Rincón de Darwin, local onde teria desembarcado nas proximidades de Punta Gorda.

Após o lanche, seguimos pela trilha circular no topo do Cerro del Toro, apreciando as paisagens enquanto a lua já começava a surgir no céu ainda azul.

Além de sua exuberante beleza natural, a história é outro dos aspectos mais fascinantes de Piriápolis. Foi a primeira cidade do litoral uruguaio planejada, desde sua concepção, para se tornar um grande balneário — característica que se revela tanto em sua arquitetura quanto nas simbologias que marcam sua formação. Esses elementos refletem diretamente as crenças e a visão de seu fundador, Francisco Piria.

Nascido em Montevidéu em 1847, com o nome completo Fernando Juan Santiago Francisco María Piria de Grossi, Francisco Piria teve uma formação singular desde muito cedo. Após a morte do pai, ainda na infância, foi enviado à Itália, onde foi criado por um tio jesuíta (apontado por alguns como alquimista) e teve acesso a uma educação aprofundada em filosofia, história e mitologia. Retornou ao Uruguai aos 16 anos, trazendo consigo uma visão de mundo pouco comum para a época.

De volta ao país, atuou em diferentes áreas e destacou-se como empreendedor, chegando a fundar cerca de 70 bairros em Montevidéu, além do povoado de Joaquín Suárez, no departamento de Canelones. Curiosamente, em um primeiro momento recusou adquirir terras na região de Piriápolis, quando Don Félix de Lizarsa, fundador de Pan de Azúcar, tentou convencê-lo. Sua resposta tornou-se célebre: “Mire, don Félix, yo no soy tan tonto como para plantar mis jalones en el desierto”, referindo-se ao terreno arenoso, isolado e pouco valorizado da época.

Anos depois, no entanto, mudou completamente de perspectiva. Em 1889, adquiriu 2.700 hectares entre o Cerro Pan de Azúcar (a terceira maior elevação do Uruguai, com 423 metros de altitude) e o Rio da Prata. Naquele período, a região era praticamente desabitada.
Inicialmente, utilizou a área para o cultivo de uvas, oliveiras e tabaco, mas foi após uma viagem pela Europa, onde conheceu os balneários mediterrâneos, que idealizou um projeto muito mais ambicioso: a criação da La Ciudad Balnearia del Porvenir (A Cidade Balneária do Futuro). Ao analisar o plano, o agrimensor Alfredo Lerena teria reagido com espanto: “Irmão, você está louco!”.

A proposta de Piria era ousada: criar uma cidade planejada, autossuficiente, com vocação internacional e valorização integrada de praias e montanhas. A fundação ocorreu em 1893 e, poucos anos depois, em 1897, foi concluída a construção de seu castelo (que pretendemos visitar no dia seguinte). Em 1904, a inauguração do Gran Hotel Piriápolis marcou uma nova fase de desenvolvimento, e a cidade passou a adotar oficialmente o nome Piriápolis, já utilizado popularmente e que significa, etimologicamente, “Cidade de Piria”.

Em 1912, começaram as vendas de terrenos em uma cidade que já nascia com infraestrutura avançada para a época: conexão ferroviária, calçadões, hipódromo e três fontes emblemáticas: Fuente del Toro, Fuente de Venus e Fuente de la Virgen. O próprio Piria atuava como vendedor, enquanto a comercialização na Argentina era conduzida por um sócio em Buenos Aires, onde o interesse pelo novo balneário crescia rapidamente.

Essa forte ligação com a Argentina influenciou diretamente a configuração urbana da cidade, resultando na criação da Rambla de los Argentinos, a extensa avenida beira-mar que acompanha a Playa de Piriápolis por cerca de 5 quilômetros, oferecendo belas vistas do Río de la Plata. Anos depois, foi inaugurado o monumental Argentino Hotel, com capacidade para receber aproximadamente 1.200 hóspedes.

O Argentino Hotel, que fotografamos no dia anterior, continua impressionando até hoje. Inaugurado em 24 de dezembro de 1930 por Francisco Piria e projetado pelo arquiteto francês Pedro Guichot, foi inspirado nos grandes hotéis da Riviera Francesa. Construído ao longo de dez anos, com a participação de mais de mil trabalhadores, ocupa um terreno de 1.500 metros quadrados à beira do Rio da Prata.
Com 347 quartos, foi superado apenas pelo Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, em número de habitações, mas sua infraestrutura o consagrou, por muitos anos, como o maior e mais luxuoso hotel da América do Sul.

Cercada por montanhas e praias, Piriápolis se destaca pela combinação entre natureza exuberante, arquitetura elegante e uma forte presença de simbolismos alquímicos e maçônicos em sua concepção. Essa mistura única confere à cidade uma atmosfera envolvente, marcada por história, planejamento e certo ar de mistério.

É difícil encontrar, na região, outro destino que reúna de forma tão equilibrada beleza natural, charme histórico, ambiente acolhedor e boa infraestrutura turística. Localizada a menos de 100 quilômetros de Montevidéu e a cerca de 38 quilômetros de Punta del Este, Piriápolis se posiciona como uma parada estratégica para quem percorre o litoral uruguaio.

O plano urbano original, concebido em 1912, incorporava elementos cabalísticos, como a Árvore da Vida, alinhados com o traçado das principais vias. Segundo interpretações, o projeto teria seguido princípios de geometria sagrada, com a disposição estratégica de pontos energéticos, como a Fuente de la Virgen, a Fuente del Toro e a Fuente de Venus que, conectados, formariam a constelação de Aquário.

Nesse contexto, as fontes naturais de águas minerais assumiam um papel central. Mais do que elementos decorativos, integravam um conceito que combinava saúde, espiritualidade e simbolismo. Piria acreditava nas propriedades terapêuticas dessas águas, atribuindo ao projeto da cidade uma dimensão mística e transformadora.

Encerrada a caminhada pelas trilhas do Cerro del Toro, seguimos em direção à Fuente de Venus. A fonte é uma réplica exata de uma escultura localizada na Villa Paravicini, em Milão. Com 10 metros de altura, é sustentada por seis imponentes colunas de mármore e também emana água mineral.

Instalada em uma praça arborizada, cercada por pássaros, a Fuente de Venus proporciona um ambiente tranquilo e agradável. Costuma-se dizer que seria idêntica a uma fonte em Versalhes, na França, embora, na prática, não se trate da mesma obra, apesar das semelhanças estilísticas típicas de esculturas dedicadas à deusa Vênus.

La Fuente de Venus
A Fuente de Venus, em Piriápolis, é uma réplica fiel de uma escultura italiana. Com 10 metros de altura e sustentada por colunas de mármore, emana água mineral e está inserida em um espaço bem cuidado e cercado por natureza, criando um ambiente sereno e acolhedor.
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar na Fuente de Venus partindo do centro de Punta del Este – Maldonado – Uruguai:
Contatos da Fuente de Venus
- Endereço: Avenida 25 de Mayo – Parque Fuente de Venus | Piriápolis – Maldonado – Uruguai
- Telefone: +598 4432 3374
Horários de Funcionamento
- Todos os dias: da 00h às 24h
Valores de Ingresso
- Público em geral: Gratuito
Recomendamos verificar as tarifas antes da sua viagem, pois os valores podem ser alterados a qualquer momento.
Tempo Médio de Visitação
- 30 minutos

Ali, preparamos um mate especial e aproveitamos os ojitos uruguaios, feitos na noite anterior, acompanhados de pães de queijo de batata-doce.

Independentemente das crenças associadas aos símbolos espalhados pela cidade, é inegável que o legado de Francisco Piria permanece vivo em cada detalhe de Piriápolis. Idealizada praticamente por um único homem, a partir de uma visão considerada utópica por muitos, a cidade se consolidou como um destino surpreendente.

Francisco Piria faleceu em 1933, mas o desenvolvimento de Piriápolis seguiu em ritmo constante. O auge ocorreu entre as décadas de 1940 e 1950, quando o balneário chegou a contar com um trenzinho turístico que percorria cerca de 18 quilômetros, conectando seus principais atrativos.

Nas décadas de 1960 e 1970, festivais musicais internacionais colocaram a cidade em evidência no cenário cultural uruguaio. Atualmente, com cerca de 9 mil habitantes, Piriápolis é o segundo balneário mais importante do país, atrás apenas de Punta del Este.

Entre as curiosidades atuais estão o Peso Piria (uma moeda local que oferece descontos em diversos estabelecimentos), a tradicional Paella Gigante, que marca a abertura da temporada de verão, e o Festival Internacional de Cinema, realizado anualmente no Argentino Hotel.

Com o avanço da tarde, seguimos para outro ponto imperdível: o Cerro San Antonio. Com 130 metros de altura, é conhecido como “El Balcón de la Ciudad” (A Varanda da Cidade). A colina se ergue às margens do Rio da Prata e pode ser acessada por teleférico, carro ou trilha. Como de costume, optamos pela subida a pé.

Antigamente chamado de Cerro del Inglés, o local recebeu esse nome devido à atuação de uma empresa britânica na região, em 1715, conhecida como The Sugarloaf Bay. A denominação atual surgiu após a construção de uma capela em seu topo, em 1919, dedicada a Santo Antônio.

A obra foi executada pelo arquiteto francês Pedro Guichot, com base em um projeto do escultor Adolfo Beautiers. A estátua original foi destruída, sendo posteriormente substituída, em 1933, por outra trazida da Europa. Piria já afirmava que aquele se tornaria o ponto mais visitado da cidade, previsão que se confirmou ao longo do tempo.

Durante a subida, por volta dos 70 metros de altitude, encontramos a imagem da Stella Maris Capo Laboro, conhecida como Virgen de los Pescadores, voltada para o mar. Nesse ponto está a pedra fundamental de Piriápolis, onde também foi celebrada a primeira missa da cidade.

Originalmente feita em terracota, a imagem foi destruída e substituída por uma versão em ferro fundido. Próximo dali encontra-se a Fuente de la Virgen, a primeira das três fontes de água mineral planejadas por Piria, instalada em uma pequena gruta. O mirante nesse trecho oferece uma bela combinação entre paisagens litorâneas e montanhosas.

Seguimos até o topo do Cerro San Antonio, onde uma multidão já aguardava o entardecer. No alto da colina está a Capilla de San Antonio, onde, segundo a tradição, solteiros fazem pedidos relacionados ao amor.

O local conta ainda com restaurante panorâmico, lanchonetes, lojas, estacionamento e a base do teleférico Aerosillas Piriápolis, que conecta o morro ao porto. A vista de 360 graus é um espetáculo à parte, abrangendo montanhas, praias e toda a cidade.

Nas encostas, novas construções e terrenos valorizados evidenciam o potencial imobiliário da região, impulsionado pela localização privilegiada.

Nos acomodamos em grandes pedras com vista para o porto e a Rambla de los Argentinos. Preparamos um café brasileiro com cardamomo, cravo e gengibre na prensa francesa, aquecido em um pequeno fogareiro. Para acompanhar, mais ojitos com dulce de leche e tarta de crema con frutillas, preparados pela Sayo.


O pôr do sol, frequentemente citado como um dos mais belos do Uruguai, superou qualquer expectativa.


O céu se transformou em um espetáculo de cores, encerrado por uma salva de palmas espontânea dos presentes.


Assim, encerramos um sábado memorável, marcado por paisagens, história e experiências únicas.

Gracias, Piriápolis! Amanhã seguimos explorando ainda mais essa verdadeira pérola uruguaia.




Oba! Já são 2 comentários nesta postagem!
Eu e minha esposa visitamos Piriápolis em 2017-18. Uma cidade encantadora realmente. Mas ficamos pouco tempo e não conseguimos fazer todos os passeios que fizeram. o Uruguai é lindo. Parabéns pelas fotos e comentários.
Olá, Roberto!
Muito obrigado pelo seu comentário! Ficamos felizes em saber que você e sua esposa também tiveram a oportunidade de conhecer Piriápolis e sentir um pouco do charme dessa cidade especial. É verdade, o Uruguai tem muita beleza para explorar, e sempre há algo novo a descobrir a cada visita. Quem sabe na próxima vez vocês consigam fazer alguns dos passeios que acabaram ficando de fora? Agradecemos pelos elogios. Um abraço e boas viagens!
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