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O que Fazer em Triunfo (RS): Roteiro da Viagem de Moto de Erechim à Terra Natal de Bento Gonçalves
30 de Abril, 2022
Embarque em uma viagem de moto de Erechim até Triunfo (RS), a famosa "Terra de Bento Gonçalves". Conheça a histórica Ponte Ferroviária da Volta do Barreto, caminhe pelo Centro Histórico de Triunfo e visite a casa onde nasceu Bento Gonçalves da Silva.
Neste sábado, embarcamos em uma viagem de moto partindo de Erechim (RS) rumo a Triunfo (RS), a cidade conhecida como a “Terra de Bento Gonçalves” e um dos municípios historicamente mais importantes do Rio Grande do Sul. Nossa primeira parada foi na localidade de Barreto, onde visitamos a Ponte Ferroviária da Volta do Barreto, inaugurada em 1911 sobre as águas do Rio Taquari, uma estrutura centenária que, além de impressionar pela engenharia, carrega uma história marcada por um episódio trágico. De lá, seguimos viagem até o Centro Histórico de Triunfo, um dos mais preservados conjuntos arquitetônicos luso-açorianos do estado, caminhando entre construções que remontam ao século XIX. Visitamos a Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus do Triunfo, percorremos a charmosa Rua dos Plátanos, observamos o edifício de 1821 que hoje abriga a Prefeitura Municipal (prédio que recebeu Dom Pedro II e a Princesa Isabel em diferentes momentos) e conhecemos a casa onde nasceu Bento Gonçalves da Silva, figura central da história gaúcha e símbolo da Revolução Farroupilha.

Nas primeiras horas de um sábado cinzento e gelado, deixamos Erechim (RS), conhecida como a “Capital da Amizade”, a bordo da Formosa rumo a Triunfo, no Rio Grande do Sul. A cidade é historicamente marcante por ter sido palco de importantes episódios da Revolução Farroupilha e por ser a terra natal do general Bento Gonçalves da Silva, um dos personagens mais emblemáticos da história gaúcha.

Partimos pelas curvas da RS-135, atravessando os municípios de Getúlio Vargas e Coxilha, trecho bastante familiar para quem costuma viajar pelo norte do estado. A rodovia, que alterna retas longas e trechos sinuosos, nos conduziu até Passo Fundo, onde fizemos a transição para a BR-153, deixando a via estadual para seguir pela conhecida Rodovia Transbrasiliana.

Sob um céu cada vez mais azul, alcançamos Tio Hugo, ponto onde a BR-153 se entrelaça com a BR-386. A partir dali, as duas importantes rodovias dividem o mesmo trajeto até a chegada a Soledade (RS).

Poucos quilômetros antes de Soledade (RS), registramos um momento especial: a Formosa completou 110.000 quilômetros rodados, marca que celebramos com uma foto enquanto continuávamos em movimento. Cada quilômetro representa histórias vividas na estrada, e celebrar esses marcos faz parte do prazer de viajar sobre duas rodas.

Ao chegar a Soledade, onde as rodovias BR-153 e BR-386 se separam, seguimos pela BR-386 e passamos ao lado do Parque de Eventos Centenário Rui Ortiz.


O local estava movimentado por conta da EXPOSOL 2022, reconhecida como a maior feira de joias e pedras preciosas da América Latina e também como a maior feira multissetorial do interior gaúcho. Ainda que não tenhamos parado, a estrutura impressiona quem passa, atraindo visitantes de várias regiões do país em busca de negócios, artesanato mineral e atrações culturais.



Alguns quilômetros adiante, fizemos uma pausa estratégica para nos aquecer. O vento soprava forte ao lado da praça de pedágios, trazendo aquela sensação típica do inverno gaúcho que atravessa casacos, luvas e qualquer proteção esquecida.




Depois do chá quente, retomamos a estrada, mas o clima mudou novamente: o céu fechou e a temperatura despencou assim que cruzamos Fontoura Xavier, conhecida como a “Terra do Pinhão”.



A região, localizada em área de transição entre o Alto e o Médio Vale do Taquari, costuma registrar temperaturas mais baixas devido à altitude.



Na sequência, atravessamos São José do Herval e Pouso Novo, ponto que marca oficialmente o início da descida da Serra Geral, uma das formações geológicas mais importantes da América do Sul.



A Serra Geral integra um vasto conjunto de elevações que se estende pelo centro-sul do Brasil e alcança territórios do Paraguai, Uruguai e Argentina.




Suas escarpas e formações rochosas são resultado de intensas atividades vulcânicas ocorridas há milhões de anos, responsáveis pela formação do Planalto Sul-Brasileiro.




A região abriga mais de 60 cânions catalogados, inúmeras nascentes de rios cristalinos e uma diversidade de vegetação que varia conforme a altitude e o tipo de solo.




Em menos de 10 quilômetros, experienciamos uma queda de mais de 450 metros de altitude, uma descida impressionante mesmo para quem já está acostumado com estradas serranas.




Assim que alcançamos aproximadamente 80 metros acima do nível do mar, a paisagem mudou novamente: o céu se abriu, a umidade diminuiu e a temperatura subiu de forma perceptível, trazendo alívio após o frio intenso do alto da serra.





A partir daí, seguimos por Marques de Souza, Lajeado, Estrela, Fazenda Vila Nova e Tabaí, locais que interligam o Vale do Taquari ao Vale do Rio Caí.



Deixamos a BR-386 para ingressar na BR-470, rodovia bastante conhecida em Santa Catarina por seu movimento intenso, mas que, nesse trecho gaúcho, oferece uma experiência completamente diferente. Aqui a estrada é tranquila, cercada por paisagens bucólicas que alternam áreas agrícolas, pequenas comunidades e margens de rios que acompanham parte do trajeto.



Pouco tempo depois, alcançamos o distrito de Barreto, já pertencente ao município de Triunfo (RS), local onde a história e a geografia começam a se entrelaçar de maneira marcante.






Ao adentrar o pequeno povoado, percorremos sua rua de paralelepípedos, cujo calçamento irregular reforça o charme interiorano.




Logo nos deparamos com o Rio Taquari, que deságua poucos quilômetros adiante no Rio Jacuí.


Do outro lado do Taquari está o município de General Câmara, conectado a Triunfo por meio de uma barca que opera diariamente, transportando pessoas, bicicletas, motos e veículos de pequeno porte. A travessia fluvial é uma tradição centenária na região, mantendo viva uma forma de deslocamento que antecede as pontes modernas.


Ao lado da barca está um dos marcos históricos mais notáveis do local: a Ponte Ferroviária da Volta do Barreto, inaugurada em 1911 e mais conhecida como Ponte do Barreto.


Com 350 metros de extensão e estrutura metálica de 5 metros de altura, a Ponte do Barreto se impõe na paisagem, carregando mais de um século de história.


A obra, entretanto, guarda um episódio trágico envolvendo seu engenheiro, o francês Claudius Mathon. Ao perceber um erro de cálculo de 10 centímetros durante a construção (diferença que poderia impedir a união correta das duas extremidades iniciadas simultaneamente em lados opostos do rio), o engenheiro, incapaz de localizar o equívoco durante o projeto e sob grande pressão, tirou a própria vida em 26 de janeiro de 1909, no meio da ponte ainda inacabada.



Apesar do episódio, a construção foi concluída e permanece em uso até hoje, suportando trens que transportam cargas volumosas, como combustíveis, grãos e cimento. Há, inclusive, um projeto que prevê a transformação da ponte em uma estrutura rodoferroviária, conectando as BRs 290 e 386, o que poderia reduzir em cerca de 60 quilômetros o trajeto rodoviário entre ambas.



Depois de apreciarmos a ponte e a paisagem ao redor, seguimos viagem por mais 10 quilômetros até alcançar o centro de Triunfo, um dos municípios mais antigos do Rio Grande do Sul.


A história do local remonta às primeiras ocupações indígenas dos povos Patos, além de incursões dos Minuanos, Charruas e Tapes, cujas presenças deixaram vestígios preservados no acervo do atual Museu Farroupilha. Com a chegada dos colonizadores portugueses, essas populações nativas passaram a se deslocar pelas margens dos rios, buscando refúgio em áreas menos ocupadas.


As terras de Triunfo foram oficialmente ocupadas pelos colonizadores a partir de 1752, quando o governador Gomes Freire de Andrade concedeu duas sesmarias a Manoel Gonçalves Meirelles e Francisco da Silva, ambos ligados por casamento a filhas de Jerônimo de Ornelas Menezes e Vasconcelos, fundador de Porto Alegre.


Ornelas deixou a capital por volta de 1754 e mudou-se com a família para a região, contribuindo diretamente para a formação do povoado original, que pouco depois seria conhecido como Freguesia do Senhor Bom Jesus do Triunfo.


A influência açoriana na construção de Triunfo (RS) é tão marcante quanto preservada até hoje. As casas erguem-se rente às calçadas, muitas com janelas do tipo guilhotina e com a tradicional Pomba do Divino nas cumeeiras, composta por duas telhas erguidas que simbolizam o pedido de proteção ao Espírito Santo (um traço cultural genuinamente trazido pelos colonizadores ilhéus).


Parte significativa desse conjunto arquitetônico luso-açoriano permanece íntegra, tornando o centro histórico de Triunfo um dos mais importantes exemplares desse tipo de construção no estado.



Entre essas edificações destaca-se a Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus do Triunfo, também chamada de Igreja Bom Jesus, construída em 1754 e reconhecida como a terceira igreja mais antiga do Rio Grande do Sul.


Paróquia Senhor Bom Jesus do Triunfo – Igreja Matriz de Triunfo (RS)
Construída em 1754, a Paróquia Senhor Bom Jesus do Triunfo – Igreja Matriz de Triunfo (RS) é reconhecida como a terceira igreja mais antiga do Rio Grande do Sul.
Como chegar
Mapa e roteiro de como chegar na Paróquia Senhor Bom Jesus do Triunfo – Igreja Matriz de Triunfo (RS) partindo do centro de Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil:
Contatos da Paróquia Senhor Bom Jesus do Triunfo – Igreja Matriz de Triunfo (RS)
- Endereço: Rua Marechal Deodoro, 89 – Centro | Triunfo – Rio Grande do Sul – Brasil
- Telefones: (51) 3654-1365 | (51) 99844-6019
- E-mail: psbj@diocesemontenegro.org.br
Para obter informações mais detalhadas, visite a página oficial do Paróquia Senhor Bom Jesus do Triunfo – Igreja Matriz de Triunfo (RS) no Facebook.
Horários de Funcionamento
- Segunda a sexta: das 8h30 às 17h30
- Sábado: das 8h30 às 11h
Valores de Ingresso
- Público em geral: Gratuito
Recomendamos verificar as tarifas antes da sua viagem, pois os valores podem ser alterados a qualquer momento.
Tempo Médio de Visitação
- 30 minutos


Sua arquitetura barroca colonial, adornada por campanários laterais, pilastras volumosas e um característico coruchéu em bulbo, confere ao templo uma imponência rara para a época.


Infelizmente, no dia da visita, a Igreja Matriz de Triunfo estava fechada, mas sua fachada, vista do adro emoldurado por uma curta escadaria, já basta para impressionar



Em frente à igreja, a pequena e acolhedora Praça da Matriz oferece um espaço sombreado e agradável, animado pelo barulho constante das caturritas que sobrevoam a região.


Ao lado da praça está a Capela do Império do Divino Espírito Santo, construída ainda no século XVIII e considerada a única edificação imperial açoriana ainda existente no estado.




Seguindo poucos metros em direção ao Rio Jacuí, observa-se por que a igreja foi orientada naquela direção: antigamente, os rios eram as principais vias de comunicação e transporte, e Triunfo (RS) se desenvolveu justamente nessa dinâmica.



A charmosa Rua General Flores da Cunha, conhecida como Rua dos Plátanos, acompanha a margem do Jacuí. Suas árvores, plantadas em 1917, criam um corredor sombreado que conduz o visitante por bancos estrategicamente distribuídos, ideais para contemplar o rio, a Ilha das Pedras e a vizinha São Jerônimo, localizada na outra margem.



É um dos locais mais agradáveis do centro histórico de Triunfo (RS), ideal para caminhadas tranquilas, observação da paisagem e fotografia.



Atualmente, Triunfo possui cerca de 30 mil habitantes e está a 75 quilômetros de Porto Alegre. Desde 1976, abriga o III Polo Petroquímico, o maior complexo do tipo na América Latina, composto por empresas de primeira e segunda geração responsáveis pela produção de resinas termoplásticas e elastômeros.



Essa indústria robusta impulsiona a economia local e garante ao município o maior PIB per capita do Rio Grande do Sul, um dado que demonstra sua importância estratégica e econômica.




Às margens do Jacuí está o imponente casarão que abriga a Prefeitura Municipal, antiga residência de Sabino Antônio da Cunha Pacheco.



Construído em 1821, o edifício possui dois pavimentos principais e uma pequena mansarda central. Carrega consigo parte significativa da história nacional, pois hospedou o imperador Dom Pedro II e a Princesa Isabel em diferentes ocasiões.



As aberturas do piso superior são adornadas por delicados gradis de ferro, elementos que reforçam a elegância arquitetônica da construção.



Próximo dali encontra-se a atual sede da Secretaria de Governo, instalada em um prédio de 1832 que originalmente serviu como a primeira Câmara Municipal de Triunfo.



Essa área concentra construções históricas bem preservadas, reforçando a importância administrativa que o município exerceu desde os primeiros anos do século XIX.




No centro da cidade, de frente para a Praça Bento Gonçalves, está a casa que pertenceu ao próprio Bento Gonçalves da Silva.



A residência térrea, de traços luso-brasileiros, foi construída por seu avô em meados do século XVIII e hoje integra o patrimônio histórico local.



Desde 1971, o imóvel abriga o Museu Farroupilha, dedicado a preservar a memória farroupilha e a trajetória do general, embora estivesse fechado durante nossa visita.



Há divergências entre os moradores quanto ao local exato do nascimento de Bento Gonçalves, com algumas versões afirmando que teria ocorrido nesta casa, enquanto outras apontam a atual região de Barreto. No entanto, é consenso que ele viveu nesta casa por uma parte significativa de sua vida e nasceu em terras que hoje pertencem ao município de Triunfo, tanto que a cidade é reconhecida como a “Terra de Bento Gonçalves”.



A família de Bento Gonçalves era proprietária de extensas áreas de terras em toda a região, especialmente porque sua mãe, Perpétua da Costa Meireles, era neta de Jerônimo de Ornelas Menezes e Vasconcelos.




A região onde se localiza a casa foi palco de importantes acontecimentos da Revolução Farroupilha, incluindo a Batalha do Fanfa, evento que culminou na captura de Bento Gonçalves em 1836 e seu posterior envio ao Forte do Mar, em Salvador.




Nos arredores da Praça Bento Gonçalves está também o histórico Teatro União, erguido em 1848 e considerado o segundo teatro mais antigo do Rio Grande do Sul.



Sua construção evidencia o prestígio cultural que Triunfo possuía desde meados do século XIX, quando já se destacava como uma das vilas mais importantes da província.




Ao caminhar pelo centro de Triunfo (RS), ainda passamos pela Biblioteca Pública Coronel João Maia, instalada em uma casa de 1858.





E pela residência onde viveu José Joaquim de Campos Leão, o célebre poeta e dramaturgo Qorpo Santo, reconhecido como precursor do teatro do absurdo no Brasil.




Poucos metros adiante está o casarão do século XVIII que hoje abriga a Secretaria Municipal de Educação.



A construção pertencia originalmente a Francisco Xavier Azambuja, genro de Jerônimo de Ornelas, e mais tarde passou para as mãos de Luiz José Ribeiro Barreto, de onde deriva o nome pelo qual a casa se tornou conhecida: Solar Barreto.



Logo ao lado encontra-se o belíssimo sobrado que pertenceu a Antônio Ferreira Canabarro e que hoje abriga a Secretaria Municipal do Trabalho e Ação Social, completando o conjunto arquitetônico histórico dessa área central.



Com o anoitecer se aproximando, recolocamos os capacetes, subimos na Formosa e seguimos rumo a Porto Alegre, encerrando o dia na capital gaúcha para descansar após uma jornada intensa.



A viagem a Triunfo nos presenteou com história, cultura, arquitetura açoriana e paisagens que contam parte importante da formação do Rio Grande do Sul. É um destino que combina tradição, riqueza histórica e um centro urbano acolhedor, tornando-se uma excelente opção para quem aprecia viagens que unem conhecimento e contemplação.

Acima está a imagem do mapa com todo o trajeto percorrido no dia, desde Erechim até Porto Alegre, passando por Triunfo (RS).

Oba! Já são 6 comentários nesta postagem!
Maravilhoso relato sobre Triunfo! Moro aqui há 30 anos e sou encantada nesse clima da cidade, confesso que gosto bastante de viver em um lugar onde o tempo parece passar diferente dos outros lugares. Parabéns pelo relato e pelas fotos, uma pena todos os lugares estarem fechados, o interior dos mesmos é fascinante, principalmente a Igreja.
Olá Morenidia!
Agradecemos imensamente por viajar conosco e por compartilhar sua experiência através do comentário em nosso blog de viagens. É sempre uma alegria interagir com nossos leitores, especialmente quando nos trazem insights sobre destinos tão fascinantes.
Viver em uma cidade tão encantadora quanto Triunfo, repleta de riquezas históricas, culturais e abençoada por um povo acolhedor, é sem dúvida um privilégio.
Infelizmente, durante nossa visita, não tivemos a sorte de encontrar os atrativos da cidade abertos, uma vez que não coincidiu com a melhor data para explorá-los. No entanto, isso nos deixa com um excelente motivo para planejar um retorno a Triunfo.
Um forte abraço e até a próxima aventura!
Tive oportunidade de fazer esta mesma rota de moto, porém atravessei uma balsa para São Jerônimo, passei por General Câmara e fui até um vilarejo histórico chamado Sto Amaro, depois retornando para Passo Fundo, (onde moro)por Santa Cruz até Soledade….
Que maravilha Alceu, sem dúvidas deve ter sido uma viagem incrível.
Já anotamos o nome do vilarejo histórico, Santo Amaro, para conhecermos quando possível.
Obrigado e bons ventos ;)
Opa… Não conheci essa região… mas é bem interessante, faz parte da história do RS… valeu
Sim, uma região rica em história, não apenas relacionada ao Rio Grande do Sul, mas ao Brasil como um todo, haja visto que a própria Revolução Farroupilha não tinha como ideais a libertação somente do estado gaúcho (tanto é que avançaram para Santa Catarina, proclamando a República Juliana), mas de todo o território nacional, buscando uma formação republicana 50 anos antes da proclamação da república brasileira.
Estamos ansiosos para ler tudo aquilo que tu tem para dizer! É chegado o momento de abrir este coração e compartilhar tua opinião, crítica (exceto algo desfavorável à imagem da Formosa), elogio, filosofar a respeito da vida ou apenas sinalizar que chegou até aqui ;)
Mas atenção, os campos marcados com * são de preenchimento obrigatório, pois assim mantemos (ou tentamos manter) o blog bonitinho, livre de robôs indevidos.
Ah, relaxe, seu endereço de e-mail será mantido sob sigilo total (sabemos guardar segredos, palavra de escoteiro) e não será publicado.